Em defesa da vida

Muitos podem pensar que a defesa da vida é algo contemporâneo, recente. Porém, já em tempos antigos, podemos encontrar relatos de pessoas a favor da vida.

Ao ler o livro de Êxodos, capítulo 1, encontramos esse belo relato:

 “Estes são os nomes dos filhos de Israel que vieram com Jacó para o Egito, cada um com sua família: 2 Rúben, Simeão, Levi e Judá; 3 Issacar, Zabulon e Benjamim; 4 Dã e Neftali, Gad e Aser. 5 Os descendentes diretos de Jacó eram setenta ao todo. Isso era quando José já estava no Egito. 6 Depois morreu José, assim como seus irmãos e toda aquela geração. 7 Os israelitas foram fecundos, proliferaram, multiplicaram-se e tornaram-se cada vez mais poderosos, de modo que o país ficou repleto deles.
Opressão e genocídio   8 Surgiu no Egito um novo rei, que não conhecera José. 9 Ele disse a seu povo: “Olhai como a população israelita ficou mais numerosa e mais forte do que nós. 10 Vamos tomar providências em relação a eles, para impedir que continuem crescendo e, em caso de guerra, se unam aos nossos inimigos, lutem contra nós e acabem saindo do país”. 11 Estabeleceram, assim, feitores de trabalho forçado para que os oprimissem com tarefas compulsórias. Foi assim que construíram para o faraó as cidades-entreposto de Pitom e Ramsés. 12 Mas, quanto mais os oprimiam, tanto mais cresciam e se multiplicavam. 13 Obcecados pelo medo dos israelitas, os egípcios impuseram-lhes uma dura escravidão. 14 Tornaram-lhes a vida amarga com o pesado trabalho de preparar barro e tijolos e com toda sorte de trabalhos no campo e outros serviços, que lhes impunham à força. 15 Depois, o rei do Egito disse às parteiras dos hebreus, chamadas Sefra e Fua: 16 “Quando assistirdes as mulheres hebréias no parto e chegar o tempo do parto, se for menino, matai- o; se for menina, deixai-a viver”. 17 Mas as parteiras tinham temor de Deus: não faziam o que o rei do Egito lhes tinha mandado e deixavam viver os meninos. 18  Então o rei do Egito mandou chamar as parteiras e lhes disse: “Por que agistes desse modo e deixastes os meninos viver?” 19 As parteiras responderam ao faraó: “As mulheres hebréias não são como as egípcias. Elas são robustas e, antes de a parteira chegar, já dão à luz”. 20 Deus recompensou as parteiras. O povo continuou crescendo e tornando-se muito forte. 21 Como as parteiras temeram a Deus, deu-lhes também família. 22 Então o faraó deu esta ordem a todo o seu povo: “Lançai ao rio todos os meninos hebreus recém-nascidos, mas poupai a vida das meninas”.

Partilho com vocês uma breve reflexão:

Como é importante conhecer a história: surge um rei que não conheceu a história de José e seus feitos a favor do Egito. E, ao ver o crescimento dos judeus, ele se torna obcecado por exterminá-los.

O medo nos leva a decisões equivocadas e o ódio cega as pessoas.

O rei egípcio chega ao ponto de mandar matar os recém-nascidos, se fossem homens. Porém, as parteiras, por temor a Deus, não realizam tal ato. E aqui encontramos um testemunho concreto a favor da vida.

Fazer o bem vale a pena SEMPRE! Não importa se seremos beneficiados nesta terra passageira ou no céu, a vida precisa ser defendida SEMPRE.

Não alimente o ódio

Veja como o ódio é capaz de nos deixar cegos. Herodíades tinha tudo para ser a mulher mais rica do império. Recebeu de Herodes a oportunidade de, em nome da filha, governar a metade do seu reino. Porém, o ódio que ela tinha contra São João Batista falou mais alto, preferindo a cabeça do profeta numa bandeja. Coisa macabra, insana, diabólica, mas, para ela, valia mais que qualquer coisa. Era o troféu da vingança, o troféu do rancor, a vitória do ódio. Tomemos cuidado, meus irmãos. Sentir raiva, ficar irritado, são sentimentos que qualquer um de nós pode ter. É impossível passar por este mundo sem ter aborrecimentos. No entanto, alimentar ódio e desejo de vingança pode nos deixar completamente cegos. Liberte-se de todo e qualquer rancor, pois nessa luta, o único que sai perdendo é você.
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História de superação

E se a sua inteligência pudesse resgatar da morte o coração de uma criança?

Quando os bancos faliram, a inteligência foi a única moeda que restou para Vivien Thomas.

Negro e neto de ex-escravos, ele sonhava em cursar medicina, mas perdeu todas as suas economias durante a crise de 1929 nos EUA.

Foram sete anos de trabalho duro jogados pelo ralo.

Vivien se viu em desespero.

A medicina, que já era algo distante numa época de infeliz racismo, tornou-se praticamente impossível.

Mas ele não era qualquer um. E não estava disposto a ser passado para trás.

Absorvendo sua realidade, conseguiu trabalho como auxiliar de serviços gerais no laboratório do Dr. Alfred Blalock.

Na época, Blalock já era um cirurgião reconhecido e estava entrando em um terreno perigoso: a cirurgia do coração.

Observando as cirurgias que ele realizava em animais, Vivien foi aprendendo cada passo — o seu olhar abriu-lhe um mundo para a alma.

Uniu a circunstância ao talento pessoal: como era carpinteiro, sabia fazer ferramentas; então, criou instrumentos melhores.

“Isso está de uma precisão maravilhosa”, disse o doutor, ao receber um novo de bisturi que permitiria alcançar áreas inacessíveis do coração. “Você tem talento, meu rapaz”.

E foi o próprio médico quem conseguiu um lugar junto a ele na Universidade Vanderbilt, em Nashville — àquela altura, como faxineiro, única posição que Vivien poderia ocupar.

Junto a Blalock e com muito estudo solitário, ele realizou o maior feito médico de sua época: a cirurgia no pequenino coração de uma criança portadora da tetralogia de Fallot, um defeito congênito que deixava o bebê azul.

Agora na Johns Hopkins, tornaram-se pioneiros, entre 1944 e 1945, na correção da Síndrome do Bebê Azul.

Reconhecido apenas em 1968 como um dos nomes da cirurgia mundial, Vivien Thomas recebeu o doutorado “honoris causa” em 1976.

Ele nunca cursou medicina.

Ele aprendeu tudo pelos seus próprios talentos.

Com sua inteligência, ele salvou vidas — inclusive a sua, ao transformar seu pior momento na força que o levou para as páginas eternas da história.

Acima de tudo, Vivien Thomas foi um vencedor que resgatou da morte o coração de uma criança.

Vários corações.
Reposted from @taiguara.fernandes

Inversão de valores

https://www.uol.com.br/universa/noticias/azmina/2020/09/28/tortura-em-nome-de-deus-justica-condena-padre-por-impedir-aborto-legal.htm

Triste ver a inversão de valores: coloca-se o aborto como única opção.

Não, o aborto não é a única opção.

Eu sou testemunha disso: seguir com a gestação com síndrome de Body Stalk não causou qualquer prejuízo a minha saúde. Eu agradeço a todos que me apoiaram e me incentivaram a manter a gestação, pois vocês me permitiram entender o que significar amar verdadeiramente. Se precisasse viver novamente, viveria sim! O Francisquinho viveu o tempo necessário para ser eterno em nossos corações Eu não conheço esse padre. Mas ele estará em minhas orações. E todos os que defendem a vida, tem o meu respeito e a minha admiração.

Paz e bem!

Ana clamou e Deus a escutou

Hoje a liturgia da missa traz a Leitura do livro de Samuel.

Naqueles dias:
Ana levantou-se,
depois de ter comido e bebido em Silo.
Ora, o sacerdote Eli estava sentado em sua cadeira
à porta do templo do Senhor.
Ana, com o coração cheio de amargura,
orou ao Senhor, derramando copiosas lágrimas.
E fez a seguinte promessa, dizendo:
‘Senhor Todo-poderoso,
se olhares para a aflição de tua serva
e te lembrares de mim,
se não te esqueceres da tua escrava
e lhe deres um filho homem,
eu o oferecerei a ti
por todos os dias de sua vida,
e não passará navalha sobre a sua cabeça’.
Como ela se demorasse nas preces diante do Senhor,
Eli observava o movimento de seus lábios.
Ana, porém, apenas murmurava;
os seus lábios se moviam,
mas não se podia ouvir palavra alguma.
Eli julgou que ela estivesse embriagada,
por isso lhe disse:
‘Até quando estarás bêbada?
Vai tirar essa bebedeira!’
Ana, porém, respondeu:
‘Não é isso, meu senhor!
Sou apenas uma mulher muito infeliz;
não bebi vinho, nem outra coisa que possa embebedar,
mas desafoguei a minha alma na presença do Senhor.
Não julgues a tua serva como uma mulher perdida,
pois foi pelo excesso da minha dor
e da minha aflição que falei até agora’.
Eli então lhe disse:
‘Vai em paz,
e que o Deus de Israel te conceda o que lhe pediste’.
Ela respondeu:
‘Que tua serva encontre graça diante dos teus olhos’.
E a mulher foi embora, comeu
e o seu semblante não era mais o mesmo.
Na manhã seguinte,
ela e seu marido levantaram-se muito cedo
e, depois de terem adorado o Senhor,
voltaram para sua casa em Ramá.
Elcana uniu-se a Ana, sua mulher,
e o Senhor lembrou-se dela.
Ana concebeu e,
no devido tempo, deu à luz um filho
e chamou-o Samuel,
porque – disse ela –
‘eu o pedi ao Senhor’.
1 Samuel 1,9-20

Essa leitura mexe muito comigo quando eu a leio. Ela me marcou antes mesmo do casamento. Inclusive, quando eu já estava na fase adulta, tinha a certeza de que a minha vocação era o matrimônio, mas parecia tudo dar errado, ela reapareceu na minha vida. É interessante como a Palavra do Senhor é atemporal. Em situações distintas, ela tem o poder de nos falar. Essa palavra traz uma certeza: Deus lembrou-se de Ana. Deus a escutou!

Hoje, ao partilhar com a Gilmara, minha madrinha, sobre a liturgia, fizemos memória de como essa liturgia permeou já a minha vida. E ela me fez recordar da música composta em 2010 com esta palavra:

Cântico de Ana

Ao ouvir novamente essa música, meu ser foi sendo conduzido a orar por tantas “Anas” que choram diante de Deus hoje pelos filhos que enterraram, pelos filhos que ainda não chegaram, pelas lutas em seus matrimônios, em suas famílias, clamando por um milagre. Essa música é o grito de Ana, o grito de uma alma que chora diante de Deus. Convido você a rezar com essa música e deixar Deus agir na sua vida e permitir que a Palavra Dele se cumpra na sua vida.

Hoje, eu faço desta música minha oração por você que chora amargamente, com a certeza de que Deus enxugará suas lágrimas e fará a vontade do Pai na sua vida!

2º luto – novo recomeço

Demos a notícia da nova perda gestacional no dia 05.10.2019 : dia dedicado a memória de Santa Faustina. Essa santa teve sua vida marcada pela devoção a Divina Misericórdia. Para quem tiver interesse, vale a pena conhecer sua história – http://www.jesus-misericordioso.com/santa-irma-faustina-biografia.htm. Aqui, começa o nosso luto com a moção a ser vivenciada ao longo desse período: a misericórdia.

Um luto não é igual ao outro. Essa foi a primeira constatação que tivemos. São pessoas diferentes: o luto não será igual, porque os laços são diferentes. E assim foi a primeira decisão que tomamos: o luto desse filho não seria como o do Francisquinho. Embora tivessemos o referencial daquilo que vivemos de bom no luto do Francisquinho, Deus nos concedia outra oportunidade de vivenciar a experiência da perda. E toda perda tem algo a acrescentar: era preciso estar atento.

Nossa segunda decisão foi silenciar: não comentar sobre os pormenores de como aconteceu a perda de mais um filho. E como essa decisão nos fez bem: o silêncio tem a capacidade de acalmar as emoções afloradas. Como a dor é grande nesse momento e o raciocínio é incapaz de acompanhá-la, o silêncio nos permite saborear a dor sem aumentar o sofrimento. Não é um exercício fácil. Estamos tão acostumados ao barulho, a agitação das redes sociais, que se afastar pode exigir uma decisão firme. Porém, decidimos viver um momento mais reservado e foi uma experiência incrível!

No silêncio, rompeu-se a curiosidade de saber o motivo da perda. Isso não é mais importante. Os amigos que se aproximaram nos respeitaram e cuidaram de nós. Ah! Esse cuidado não tem preço. É incrível como o amor tem poder de ressurreição. Realmente, o amor tem nos curado em cada abraço, cada cafuné, cada ligação, cada gesto de amor. Recebi flores, recebi visitas, recebi oração. Gratidão, meus familiares e amigos.

Já tinha vivenciado na perda do Francisquinho alguns ensinamentos como esse de abrir a casa a visita e deixar-se ser cuidado. Mas, nesse luto vivemos um novo aprendizado: orientar as pessoas que nos visitam, porque elas como nós não sabem como agir ou o que fazer. E, de forma muito simples, dizíamos a quem nos procurava que nossa casa estava aberta, que gostaríamos de visita e a única ressalva era não comentar os motivos da perda. A verdade na caridade é o grande aprendizado. Isso tornou esse início de luto mais suave.

Sabíamos a importância de reconhecer esse filho. Embora tenha ficado entre nós de forma tão curta, ele precisa ser reconhecida na história da família. Por isso, como fizemos com o Francisquinho, rezamos e demos um nome: Maria da Conceição. Muitos podem não entender: como podem dar o nome se nem sabem o sexo? Aqui é um exercício de fé: há certezas que surgem em oração que não precisam de comprovação. E o mais importante é que essa filha tenha seu espaço na família e que os irmãos conheçam sua história.

Outra experiência foi aceitar as reações do organismo depois da perda gestacional. Eu tive algumas reações: vômito, diarreias, hemorroidas. O silêncio e a oração trouxeram uma paz a minha alma, que eu passei a ver cada reação como algo natural. E isso me ajudou a não aumentar a dor. Cada organismo reage de uma forma depois da perda. Não existe regra. Independente de como seu corpo se comportará, apenas acolha e espere. A serenidade é um fruto que pode ser colhido se soubermos viver bem esse momento.

No luto do Francisquinho, aprendemos o quanto uma viagem pode ser bom ao casal depois da perda. Nós já tínhamos programado (antes de tudo acontecer) participar de um retiro de casais em Lavrinhas/SP. Resolvemos manter essa viagem e incrementamos com um tempo de descanso em Pirenópolis. Sem dúvida, seguir essa moção nos fez muito bem! O retiro fez a gente olhar-se ainda mais como casal. Sei que o filho é importante e sempre será. No entanto, meu amor maior é meu cônjuge. E esse aprendizado ficou gravado no coração: Deus acima do André, André acima dos filhos.

Nesse retiro, fomos atendidos em oração. E, durante o atendimento, percebemos outro novo que Deus queria nos ensinar: o luto permite encontro de almas. Tivemos partilhas muito profundas, que nos ajudaram a estabelecer propósitos de vida. Após o retiro, passamos em Cachoeira Paulista. Ali, pudemos rever grandes amigos, que são muito caros ao nosso coração. Pudemos encontrar com o Pe Jonas e receber uma bênção. Que carinho do céu. Nada programado. Tudo foi acontecendo naturalmente. Avisamos as pessoas que iríamos passar ali, mas não sabíamos como iria acontecer. Deus e seus cuidados.

Continuamos nossa viagem e fomos para Pirenópolis. E os encontros com as pessoas continuaram. Conhecemos a Irmã Maria, que nos presenteou com uma relíquia de Santa Terezinha. Depois, encontramos uma vendedora e o assunto rendeu. Fomos visitar a Igreja Matriz e tivemos outra conversa muito boa com senhora Ana, que cuida da limpeza. Por fim, conhecemos um casal na pousada e mais conversa.

Relíquia de Santa Terezinha

Sem dúvida, Deus estava nisso. Cada partilha continha uma orientação. E eu e o André aproveitamos e começamos a pensar nos propósitos para 2020: o que Deus quer de nós como família no próximo ano e como faremos para alcançar isso? Fizemos essa experiência nesse ano de 2019: anotamos propósitos, deixamos perto da nossa cama e , de tempos em tempos, avaliávamos como estavam nossos propósitos; e, se necessário, adaptávamos as metas. E que alegria perceber que fomos fiéis, na medida do possível, àquilo que nos dispusemos.

Temos aprendido nesse luto a não recusar um conselho que nos é oferecido. Se for de Deus, acontecerá. E se o que for falado não for de Deus, não acontecerá. E experenciamos, ao longo dessa viagem, o fruto desse aprendizado. Quantas coisas boas nos aconteceram porque soubemos ouvir àqueles que foram aparecendo no caminho.

E, por fim, esse é o grande reconhecimento desse luto: a misericórdia tem triunfado em meio a dor. Deus sempre tira algo de bom. Deus nos faz melhores. Não somos uma família perfeita. Não temos a pretensão de ser a melhor. Apenas queremos aprender, a cada dia, o que essa vida tem a nos ensinar. Confiamos nossa vida aos cuidados do Senhor. Que Ele continue a nos abençoar e nos guiar. ” A vida dos justos está nas mãos de Deus” (Sab 3,1).

Paz e bem. Até o próximo post, quando e como Deus quiser.

Pequena reflexão

Recebi essa meditação e passei a meditá-la:

“A vida é um tempo muito breve comparado à eternidade. É preciso eternizar o presente vivendo o céu antecipadamente. Deus semeou na terra sementes de eternidade, deixou os sinais de sua presença nas pessoas, nos sacramentos, na fé celebrada e vivida, é possível encontrar os rastros do céu aqui na terra, mas esse tempo que nos é dado como dom, como presente, passa muito rápido e logo o futuro chegou e passaram-se tantos anos e você viveu por viver; viva o céu antecipadamente e eternize o seu presente”. (Lc 13,1-9) por Padre Joãozinho,SCJ.

A vida é um tempo muito breve comparado à eternidade. “

E nós somos testemunhas disso, não é verdade? O tempo que passamos com os nosso filhos, ainda que estejam em nossa barriga, passa tão rápido. Não é eterno.

É preciso eternizar o presente vivendo o céu antecipadamente. Deus semeou na terra sementes de eternidade, deixou os sinais de sua presença nas pessoas

Vejo aqui que nossos filhos são também uma forma concreta disso! O amor que experimentamos com eles é tocar um pouco do céu. Experimentamos um amor gratuito, amamos por amar. E eles se tornam essas sementes de eternidade. Sempre estarão conosco. Sempre nos arrancarão algumas lágrimas de saudade. Eles nos tornaram melhores. Eles deixaram sinais de sua presença em nossas vidas.

“…é possível encontrar os rastros do céu aqui na terra, mas esse tempo que nos é dado como dom, como presente, passa muito rápido e logo o futuro chegou e passaram-se tantos anos e você viveu por viver;”

É possível encontrar esses rastros em cada dia, em cada descoberta, em cada ultrassom, em cada partilha. Não controlamos o tempo. Tudo passa tão rápido. Algumas viveram por semanas, outras meses, outras a gestação inteira. Não importa. O importante é eternizar o presente. E isso vale para todo o momento. Não somente o de uma gestação.

Ainda estou ruminando…
Deus os abençoe, com paz e bem!