














Vale a pena fazer essa novena: Já estamos no 2º dia. Deixarei hoje também o 1º dia, para você fazer junto.
Obrigada @coisaspequenascomamor por dividi-la conosco.
São Luíz e Santa Zélia são os pais de Santa Teresinha do Menino Jesus e, segundo a própria Teresinha, eles sempre foram mais dignos do céu do que da terra.
Fazer essa novena é ter a certeza que a toda a família estará intercedendo por nossas necessidades do céu. Inclusive, conta-se que de que todos eles tinham muita devoção com as novenas.
A família Martin muitas vezes rezava novenas por intenções particulares.
Por exemplo:
•Zélia fez uma novena pela conversão de um vizinho que estava morrendo;
•As irmãs Clarissas fizeram uma novena pela cura de Zélia;
• Quando Luís estava no hospital psiquiátrico, Celina disse que sua família iria rezar uma novena para que ele pudesse estar bem o suficiente para voltar a Lisieux;
• Santa Teresinha fez uma novena de preparação para o retiro da comunidade em 1891, durante o qual recebeu graças enquanto se confessava ao Padre Alexis Prou; e fez a novena em honra a São Francisco Xavier em março de seu último ano de vida, 1897, que ofereceu na intenção de fazer o bem na terra enquanto estivesse no céu.
Então, enquanto rezamos esta novena podemos sentir que fazemos o que os Martin costumavam fazer.
Vale lembrar também que os milagres aceitos para a beatificação de Zélia e Luís (a cura de Pietro Schiliro) e para a canonização do casal (a cura de Carmen Pérez Pons) ocorreram depois de Carmelitas, familiares e amigos das crianças, então muito doentes, oferecerem uma novena para os pais de Santa Teresinha. ❤️
São Luís e Santa Zélia, rogai por nós!




Neste dia dedicado a Nossa Senhora de Fátima, quero partilhar um pouco a minha experiência com a Mãe de Nosso Senhor Jesus. Eu me chamo Mariana. Muitas pessoas não dão atenção ao significado do seu nome. Mas, desde pequena, eu gostava do meu nome. Quando alcancei a idade da razão, embora meus pais não me catequisassem, surgiu em meu coração o desejo de fazer a Primeira Comunhão. Os anos se passaram e eu continuei dando os passos na fé e me crismei. A presença da Virgem Maria era discreta, mas sempre me levava a estar mais perto de Jesus. Quando completei 15 anos, eu senti uma vontade tremenda de aprender a rezar o Rosário. Isso mesmo. Não quis rezar apenas o terço. E aí começou o meu relacionamento mais intenso com a Mãe de Deus e mãe nossa. De lá pra cá, Ela passou a frente da minha vida: foi minha intercessora no discernimento vocacional à Canção Nova e também em minha saída da comunidade, após 10 anos. Ela esteve comigo na busca por um emprego. E, sem dúvida, ela me apresentou o @blauthandre, pois nos conhecemos no dia 8 de dezembro: dia da Imaculada. Em 2017, quando se completava 100 anos das aparições em Fátima, eu me casei. E, na simplicidade do dia-a-dia, ela tem me acompanhado e me formado a ser uma mulher melhor, uma filha melhor, uma esposa melhor.






Durante o tempo pascal, a Igreja se une em alegria por meio da oração do Regina Coeli ou Rainha do Céu, junto à Mãe de Deus, pela ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, acontecimento que marca o maior mistério da fé católica.

A oração da antífona do Regina Coeli foi estabelecida pelo Papa Bento XIV em 1742 e substitui durante o tempo pascal, da celebração da ressurreição até o dia de Pentecostes, a oração do Ângelus.
Neste vídeo, @pepauloricardo canta um trecho do Regina Coeli.
A oração:
V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia!
R. Porque Aquele que merecestes trazer em Vosso ventre, Aleluia!
V. Ressuscitou como disse, Aleluia!
R. Rogai por nós a Deus, Aleluia!
V. Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, Aleluia!
R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, Aleluia!
Oremos:
Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre. Amém. (Três vezes).
Ao rezar a Via Sacra, nesta estação, rezemos por todas as mães enlutadas





Essa é a mamãe do Gabriel, que hoje é um filho no céu. Obrigada Alessandra Xavier pelo seu testemunho de amor. Veja esse Relato. Ela autorizou compartilhar.
“Gabriel hoje me visitou pelos olhinhos da irmãzinha Jéssica.
Entre conversas, sorrisos e aprendizados durante a tarde pude ver nos olhinhos de Jéssica, os olhinhos de Gabriel, me lembrei dos seus olhos lindos ainda com o brilho da vida que tinha acabado de triunfar.
Nasceu para a glória do Senhor, cercado de amor, presença de Deus e rodeado de anjos.
Deus em sua infinita bondade nos presenteou com um momento único, intenso e cheio do sobrenatural de Deus. Pude fechar seus olhinhos e deixar gravado em meu coração o brilho do olhar de quem viveu, foi amado, aguardado e muito esperado. Chegou no seu momento, no seu tempo, desafiou qualquer diagnóstico e qualquer palpite humano para seu percurso. Foi e sempre será o nosso milagre, o resultado de orações e súplicas a um Deus que tudo pode. Um Deus que nos carrega no colo e nos faz merecedores de sua graça.
Gabriel veio trazer vida, veio ensinar que a vida deve ser preservada, amada e defendida.
Gabriel veio para ser mensageiro, para ser a força de Deus, para ser gente, para ser anjo.
Somos agraciados porque no céu vive um anjo com o nosso sangue, com nossas características genéticas, nosso pedacinho formado no amor e entrega. Somos agraciados porque você Gabriel veio para ser luz e vida.
Orgulho de ser sua mãe!
Com amor, Alessandra Xavier.”

No dia 05/09/2020, fomos no cemitério e qual foi nossa surpresa: o Ipê que plantamos floriu. Um mimo do céu para nós!


Hoje a liturgia da missa traz a Leitura do livro de Samuel.
Naqueles dias:
Ana levantou-se,
depois de ter comido e bebido em Silo.
Ora, o sacerdote Eli estava sentado em sua cadeira
à porta do templo do Senhor.
Ana, com o coração cheio de amargura,
orou ao Senhor, derramando copiosas lágrimas.
E fez a seguinte promessa, dizendo:
‘Senhor Todo-poderoso,
se olhares para a aflição de tua serva
e te lembrares de mim,
se não te esqueceres da tua escrava
e lhe deres um filho homem,
eu o oferecerei a ti
por todos os dias de sua vida,
e não passará navalha sobre a sua cabeça’.
Como ela se demorasse nas preces diante do Senhor,
Eli observava o movimento de seus lábios.
Ana, porém, apenas murmurava;
os seus lábios se moviam,
mas não se podia ouvir palavra alguma.
Eli julgou que ela estivesse embriagada,
por isso lhe disse:
‘Até quando estarás bêbada?
Vai tirar essa bebedeira!’
Ana, porém, respondeu:
‘Não é isso, meu senhor!
Sou apenas uma mulher muito infeliz;
não bebi vinho, nem outra coisa que possa embebedar,
mas desafoguei a minha alma na presença do Senhor.
Não julgues a tua serva como uma mulher perdida,
pois foi pelo excesso da minha dor
e da minha aflição que falei até agora’.
Eli então lhe disse:
‘Vai em paz,
e que o Deus de Israel te conceda o que lhe pediste’.
Ela respondeu:
‘Que tua serva encontre graça diante dos teus olhos’.
E a mulher foi embora, comeu
e o seu semblante não era mais o mesmo.
Na manhã seguinte,
ela e seu marido levantaram-se muito cedo
e, depois de terem adorado o Senhor,
voltaram para sua casa em Ramá.
Elcana uniu-se a Ana, sua mulher,
e o Senhor lembrou-se dela.
Ana concebeu e,
no devido tempo, deu à luz um filho
e chamou-o Samuel,
porque – disse ela –
‘eu o pedi ao Senhor’.
1 Samuel 1,9-20
Essa leitura mexe muito comigo quando eu a leio. Ela me marcou antes mesmo do casamento. Inclusive, quando eu já estava na fase adulta, tinha a certeza de que a minha vocação era o matrimônio, mas parecia tudo dar errado, ela reapareceu na minha vida. É interessante como a Palavra do Senhor é atemporal. Em situações distintas, ela tem o poder de nos falar. Essa palavra traz uma certeza: Deus lembrou-se de Ana. Deus a escutou!
Hoje, ao partilhar com a Gilmara, minha madrinha, sobre a liturgia, fizemos memória de como essa liturgia permeou já a minha vida. E ela me fez recordar da música composta em 2010 com esta palavra:
Ao ouvir novamente essa música, meu ser foi sendo conduzido a orar por tantas “Anas” que choram diante de Deus hoje pelos filhos que enterraram, pelos filhos que ainda não chegaram, pelas lutas em seus matrimônios, em suas famílias, clamando por um milagre. Essa música é o grito de Ana, o grito de uma alma que chora diante de Deus. Convido você a rezar com essa música e deixar Deus agir na sua vida e permitir que a Palavra Dele se cumpra na sua vida.
Hoje, eu faço desta música minha oração por você que chora amargamente, com a certeza de que Deus enxugará suas lágrimas e fará a vontade do Pai na sua vida!
Demos a notícia da nova perda gestacional no dia 05.10.2019 : dia dedicado a memória de Santa Faustina. Essa santa teve sua vida marcada pela devoção a Divina Misericórdia. Para quem tiver interesse, vale a pena conhecer sua história – http://www.jesus-misericordioso.com/santa-irma-faustina-biografia.htm. Aqui, começa o nosso luto com a moção a ser vivenciada ao longo desse período: a misericórdia.
Um luto não é igual ao outro. Essa foi a primeira constatação que tivemos. São pessoas diferentes: o luto não será igual, porque os laços são diferentes. E assim foi a primeira decisão que tomamos: o luto desse filho não seria como o do Francisquinho. Embora tivessemos o referencial daquilo que vivemos de bom no luto do Francisquinho, Deus nos concedia outra oportunidade de vivenciar a experiência da perda. E toda perda tem algo a acrescentar: era preciso estar atento.
Nossa segunda decisão foi silenciar: não comentar sobre os pormenores de como aconteceu a perda de mais um filho. E como essa decisão nos fez bem: o silêncio tem a capacidade de acalmar as emoções afloradas. Como a dor é grande nesse momento e o raciocínio é incapaz de acompanhá-la, o silêncio nos permite saborear a dor sem aumentar o sofrimento. Não é um exercício fácil. Estamos tão acostumados ao barulho, a agitação das redes sociais, que se afastar pode exigir uma decisão firme. Porém, decidimos viver um momento mais reservado e foi uma experiência incrível!
No silêncio, rompeu-se a curiosidade de saber o motivo da perda. Isso não é mais importante. Os amigos que se aproximaram nos respeitaram e cuidaram de nós. Ah! Esse cuidado não tem preço. É incrível como o amor tem poder de ressurreição. Realmente, o amor tem nos curado em cada abraço, cada cafuné, cada ligação, cada gesto de amor. Recebi flores, recebi visitas, recebi oração. Gratidão, meus familiares e amigos.
Já tinha vivenciado na perda do Francisquinho alguns ensinamentos como esse de abrir a casa a visita e deixar-se ser cuidado. Mas, nesse luto vivemos um novo aprendizado: orientar as pessoas que nos visitam, porque elas como nós não sabem como agir ou o que fazer. E, de forma muito simples, dizíamos a quem nos procurava que nossa casa estava aberta, que gostaríamos de visita e a única ressalva era não comentar os motivos da perda. A verdade na caridade é o grande aprendizado. Isso tornou esse início de luto mais suave.
Sabíamos a importância de reconhecer esse filho. Embora tenha ficado entre nós de forma tão curta, ele precisa ser reconhecida na história da família. Por isso, como fizemos com o Francisquinho, rezamos e demos um nome: Maria da Conceição. Muitos podem não entender: como podem dar o nome se nem sabem o sexo? Aqui é um exercício de fé: há certezas que surgem em oração que não precisam de comprovação. E o mais importante é que essa filha tenha seu espaço na família e que os irmãos conheçam sua história.
Outra experiência foi aceitar as reações do organismo depois da perda gestacional. Eu tive algumas reações: vômito, diarreias, hemorroidas. O silêncio e a oração trouxeram uma paz a minha alma, que eu passei a ver cada reação como algo natural. E isso me ajudou a não aumentar a dor. Cada organismo reage de uma forma depois da perda. Não existe regra. Independente de como seu corpo se comportará, apenas acolha e espere. A serenidade é um fruto que pode ser colhido se soubermos viver bem esse momento.
No luto do Francisquinho, aprendemos o quanto uma viagem pode ser bom ao casal depois da perda. Nós já tínhamos programado (antes de tudo acontecer) participar de um retiro de casais em Lavrinhas/SP. Resolvemos manter essa viagem e incrementamos com um tempo de descanso em Pirenópolis. Sem dúvida, seguir essa moção nos fez muito bem! O retiro fez a gente olhar-se ainda mais como casal. Sei que o filho é importante e sempre será. No entanto, meu amor maior é meu cônjuge. E esse aprendizado ficou gravado no coração: Deus acima do André, André acima dos filhos.
Nesse retiro, fomos atendidos em oração. E, durante o atendimento, percebemos outro novo que Deus queria nos ensinar: o luto permite encontro de almas. Tivemos partilhas muito profundas, que nos ajudaram a estabelecer propósitos de vida. Após o retiro, passamos em Cachoeira Paulista. Ali, pudemos rever grandes amigos, que são muito caros ao nosso coração. Pudemos encontrar com o Pe Jonas e receber uma bênção. Que carinho do céu. Nada programado. Tudo foi acontecendo naturalmente. Avisamos as pessoas que iríamos passar ali, mas não sabíamos como iria acontecer. Deus e seus cuidados.



Continuamos nossa viagem e fomos para Pirenópolis. E os encontros com as pessoas continuaram. Conhecemos a Irmã Maria, que nos presenteou com uma relíquia de Santa Terezinha. Depois, encontramos uma vendedora e o assunto rendeu. Fomos visitar a Igreja Matriz e tivemos outra conversa muito boa com senhora Ana, que cuida da limpeza. Por fim, conhecemos um casal na pousada e mais conversa.

Sem dúvida, Deus estava nisso. Cada partilha continha uma orientação. E eu e o André aproveitamos e começamos a pensar nos propósitos para 2020: o que Deus quer de nós como família no próximo ano e como faremos para alcançar isso? Fizemos essa experiência nesse ano de 2019: anotamos propósitos, deixamos perto da nossa cama e , de tempos em tempos, avaliávamos como estavam nossos propósitos; e, se necessário, adaptávamos as metas. E que alegria perceber que fomos fiéis, na medida do possível, àquilo que nos dispusemos.

Temos aprendido nesse luto a não recusar um conselho que nos é oferecido. Se for de Deus, acontecerá. E se o que for falado não for de Deus, não acontecerá. E experenciamos, ao longo dessa viagem, o fruto desse aprendizado. Quantas coisas boas nos aconteceram porque soubemos ouvir àqueles que foram aparecendo no caminho.
E, por fim, esse é o grande reconhecimento desse luto: a misericórdia tem triunfado em meio a dor. Deus sempre tira algo de bom. Deus nos faz melhores. Não somos uma família perfeita. Não temos a pretensão de ser a melhor. Apenas queremos aprender, a cada dia, o que essa vida tem a nos ensinar. Confiamos nossa vida aos cuidados do Senhor. Que Ele continue a nos abençoar e nos guiar. ” A vida dos justos está nas mãos de Deus” (Sab 3,1).
Paz e bem. Até o próximo post, quando e como Deus quiser.
Queridos familiares e amigos,
Na última sexta-feira, 4 de outubro de 2019, dia dedicado a São Francisco, recebemos a notícia de que a minha gravidez não teve continuidade. Eu vivi uma gestação um pouco conturbada. E, desde o início, fomos chamados a apresentar tudo o que vivêssemos diante do Senhor: que se fizesse a vontade Dele e não a nossa.
Como é duro viver o abandono. Não foi fácil. Mas, depois que você passa já por uma perda, você cresce um pouco em maturidade e compreende que você não tem controle de tudo. Dessa forma, o que fizemos foi colocar tudo em oração. E, realmente, a oração moveu o céu.
Saímos da missa e logo veio o resultado dos exames feitos, que mostravam o fim da gestação. Deus conhece nosso coração melhor que nós mesmos. Eu aprendi que nem tudo é para ser compreendido. E silenciei meu coração. E, no silêncio, tenho experimentado a paz.
Mandamos algumas mensagens no sábado com a notícia. Pedimos perdão às pessoas que não conseguimos enviar. E experimentamos uma onda de amor. Agradecemos as mensagens e as orações. Elas nos têm ajudado a cada dia. E esse é o nosso lema: um dia de cada vez.
O que vem ao meu coração e ao coração do André, quando estamos em oração, é partilhar a vida. E, por isso, decidimos não comentar nada em detalhes de como se deu a perda. Os detalhes não mudam nada mesmo. Se algo precisa ser partilhado, que seja a vida, o amor, as boas experiências. E é isso que queremos deixar nesta carta.
Queremos dizer a vocês que o amor de cada um tem nos curado. Em breve, no tempo de Deus, a cura vai chegar. Abrimos nossa casa às visitas, o nosso telefone às ligações e/ou a qualquer forma de amor, pois é o amor que cura e ensina.
E, novamente, muitíssimo obrigada pelas orações! Sem elas, nós não estaríamos bem. Obrigada por tudo. Deus os abençoe.
Paz e bem,
André, Mari e filhos no céu

Hoje, uma de nossas mãezinhas, a Lusilene, avisou-nos que a Camila, nosso raio de sol, tornou-se um anjinho no céu. Francisquinho, receba a Camila com todo carinho, meu filho.
Peço orações por ela e pela família.
Paz e bem!
Ontem, uma de nossas mãezinhas, a Glaucia, perdeu seu filho. E, nesta semana, não iremos publicar qualquer post.
Peço orações por ela e pela família.
Paz e bem!