
Neste dia dedicado a Nossa Senhora de Fátima, quero partilhar um pouco a minha experiência com a Mãe de Nosso Senhor Jesus. Eu me chamo Mariana. Muitas pessoas não dão atenção ao significado do seu nome. Mas, desde pequena, eu gostava do meu nome. Quando alcancei a idade da razão, embora meus pais não me catequisassem, surgiu em meu coração o desejo de fazer a Primeira Comunhão. Os anos se passaram e eu continuei dando os passos na fé e me crismei. A presença da Virgem Maria era discreta, mas sempre me levava a estar mais perto de Jesus. Quando completei 15 anos, eu senti uma vontade tremenda de aprender a rezar o Rosário. Isso mesmo. Não quis rezar apenas o terço. E aí começou o meu relacionamento mais intenso com a Mãe de Deus e mãe nossa. De lá pra cá, Ela passou a frente da minha vida: foi minha intercessora no discernimento vocacional à Canção Nova e também em minha saída da comunidade, após 10 anos. Ela esteve comigo na busca por um emprego. E, sem dúvida, ela me apresentou o @blauthandre, pois nos conhecemos no dia 8 de dezembro: dia da Imaculada. Em 2017, quando se completava 100 anos das aparições em Fátima, eu me casei. E, na simplicidade do dia-a-dia, ela tem me acompanhado e me formado a ser uma mulher melhor, uma filha melhor, uma esposa melhor.
