Aborto? Nunca!

Posted @editoracleofas_loja Santo Irineu, já no século II, dizia que “o homem é a glória de Deus”. Nada pode ser comparado ao valor de uma vida, pois ela é Imagem e Semelhança do próprio Criador. Destruir uma vida é atingir o próprio Deus, especialmente quando se mata o ser humano já concebido no seio sagrado de sua mãe. Um crime hediondo que brada justiça aos Céus. “Todos os que são a favor do aborto já nasceram…” (D. Eugênio Sales). É uma covardia matar quem ainda não pode se defender.

Neste livro você poderá se inteirar do grande absurdo e do grande crime que é o aborto, bem como das táticas mentirosas dos(as) abortistas para aprovarem o aborto. Nenhum cristão pode fugir desta luta pela defesa da vida, pois é uma luta de Deus em defesa de sua maior Obra.

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Ela pensou em abortar, mas preferiu manter a vida do filho

Posted @withregram • @casaprovidamaeimaculada Conheça esse lindo testemunho de uma mamãe atendida pela Casa MI:

“Eu descobri que estava grávida e, assim, eu era sozinha, morava sozinha, não tinha muito contato com o pai do meu filho. Eu pensava em tomar remédio para abortar, queria tirar de uma vez e me livrar.

Eu falava que queria abortar, mas tinha dó, às vezes eu até conversava com meu filho. Contudo, no mesmo instante pensava que era muito nova – 19 anos. Eu não daria conta de ter um filho, seria pior se ele viesse ao mundo, melhor morrer do que vir ao mundo para ficar sofrendo, tinha muito medo.

Até que uma amiga indicou o trabalho da Casa Pró-Vida e decidi ter a criança, comecei a arrumar o enxoval e a Casa me ajudou com tudo. Nessa época, eu saia com o pai do bebê de vez em quando, não era namoro, nem nada.

Eu contei para o pai da criança e ele falou que não era dele, porque não estava namorando, nem nada. Foi assim até meu filho nascer, aí fiz um exame de DNA. Até então ele não tinha me ajudado em nada, depois do DNA começou a ajudar e agora estamos casados.

Valeu muito a pena dar um “sim à vida”, acho que nenhuma criança merece isso. É difícil, mas no final tudo vale a pena, você vê o sorriso do teu filho e fica tudo bem, é a melhor coisa do mundo. Sou muito grata à Casa que me ajudou e até hoje me ajuda.”

Você pode ajudar a Casa MI

A generosidade da adoção

Posted @withregram • @defesadavida_al O juiz José Fernando Santos de Souza atua na Vara da Infância e da Juventude de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, que atende dezenas de cidades da região.

Era uma pequena caixa de sapato. Dentro, havia um menino com poucos dias de vida. A mãe segurava firme a acomodação improvisada e oferecia a criança a quem passava. Aquele foi o último encontro entre ela e o filho. No mesmo dia, o bebê foi entregue a uma desconhecida. A doação aconteceu em uma praça, no centro de João Pessoa, na Paraíba. Daquele dia em diante, o bebê recebeu abrigo, alimento, educação e amor de uma outra família.

José Fernando foi o único filho de uma dona de casa e de um policial militar, hoje falecidos. Não teve fartura material em casa. Mas lembra da dedicação e do carinho dos pais que lhe abrigaram. E isso faz toda a diferença para qualquer criança, defende. O juiz costuma ser chamado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) para contar sua trajetória nas palestras do Programa Eleitor do Futuro, uma iniciativa cujo objetivo é abordar junto a estudantes de escolas públicas temas como a história do voto no Brasil, a participação cidadã e a formação de um jovem crítico. ;Na palestra, coloco a história da caixa de sapato como se não fosse a minha história. Relato o caso de uma senhora que vem do interior da Paraíba e vai morar na capital. Ela, muito pobre e sem o marido, que tinha ido para São Paulo, engravidou de um homem casado. No final, conto que eu sou a criança entregue para adoção.

“Tudo o que meus pais me dedicaram foi fundamental. Mesmo pobres, oportunizaram para mim tudo o que estava ao alcance deles. Sempre senti muito amor deles.”

José Fernando não voltou a encontrar a mãe biológica. Nunca sentiu vontade. Nem mesmo mágoa. ;Como ter raiva de alguém que não te matou, não te jogou no rio, ficou ali nove meses contigo na barriga, teve as dores do parto, pariu e deu para alguém criar? Ela se viu grávida de um homem casado, não podia voltar para o interior naquelas condições. Veja a história completa no Instagram

Estupro e sim a vida

Posted @withregram • @defesadavida_al “A vida das pessoas merece todo o nosso respeito e proteção”.

Paula K. Peyton, mãe após o estupro.

Fonte: https://rescatadores.live/2020/09/13/alguien-puede-decirme-que-la-vida-de-mi-hijo-vale-menos-que-la-de-cualquier-nino-concebido-con-amor/

Leia o depoimento completo em nossa postagem: https://www.instagram.com/p/CEVYjJJpf4N/?igshid=1re6gvdg7yocr

A preguiça

Vim aqui para falar de uma nova leitura, que tem me feito muito bem. E o que é bom precisa ser compartilhado. Esse livro trata sobre a preguiça. E como o próprio autor descreve no capítulo inicial, a preguiça costuma ser encarada como algo benevolente, uma preguicinha, própria da fragilidade humana e sempre desculpável.
Porém, a preguiça precisa ser vista com maior profundidade: ela traz em si a resistência ao esforço e ao sacrifício.Com efeito, o preguiçoso não tem um ideal de perfeição esforçada, mas de facilidade. E nesse ponto apresenta-se o grande risco: "renunciar, antes de mais nada, à altura de sua dignidade e não querer ser aquilo que Deus quer que você seja".
E o autor continua a reflexão sobre a preguiça: é muito interessante verificar que a sabedoria dos antigos contemplava esse vício como a resistência a atingir a altura espiritual e moral própria de um filho de Deus, de um cristão. Percebe-se que a preguiça entristece-se com o que alegra o amor. Ela traz tristeza à alma quando se pensa nos bens espirituais - na virtude, na bondade, no amor a Deus e ao próximo, precisamente porque não são fáceis de alcançar nem conservar. Exigem esforço, renúncia e sacrifício.
Você já se viu pensando: "Por que Cristo exige de seus seguidores que neguem a si mesmos e tomem a cruz (Mt 16,24)? Por que insiste na necessidade de perder a vida para achá-la? Por que é necessário servir aos outros e dar a vida por eles? Não seria mais agradável um programa suave, sem cruzes nem renúncias, feito de bondades descomprometidas?
Quem quiser seguir a Cristo tem que renunciar a vida fácil. Não se pode entrar no Reino de Deus sem um empenho esforçado: O Reino dos Céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam (Mt 11,12). Nunca é por se dar ou sacrificar-se que um homem se esvazia, mas por se poupar. Somente somos felizes quando realizamos a vontade de Deus a nosso respeito.Quando o homem renuncia a sua dignidade como filho de Deus, cai no pecado capital da preguiça. 
Busquei fazer um pequeno resumo da introdução contida neste livro, para despertar o interesse pela leitura deste pecado capital e para incentivar a luta contra ele. Não deixe a preguiça encontrar força em seu coração. Lute! A gente vence o mal, conhecendo como ele age. Fica a dica para conhecer mais sobre o assunto: A preguiça por Francisco Faus.

Infelizmente, o aborto continua a crescer

Posted @withregram • @marlonderosa PP divulga relatório confirmando que vive do sangue inocente.

Planned Parenthood released their 2019-2020 annual report over the weekend.* Not surprisingly, their abortion numbers are up yet again, reaching a new high of 354,871.

NEW PLANNED PARENTHOOD ANNUAL REPORT: ABORTIONS ARE UP League Staff February 23, 2021 Planned Parenthood released their 2019-2020 annual report over the weekend.* Not surprisingly, their abortion numbers are up yet again, reaching a new high of 354,871. Meanwhile, their other services are dropping. In the last decade: Breast exams are down 67%. Pap tests are down 70%. Prenatal visits are down 79%. And if you go back to the beginning of this century, the increase in abortions at Planned Parenthood is even more stark: Since the year 2000, abortions at Planned Parenthood are up 80%

A luta para salvar as duas vidas

Posted @withregram • @zeze.luzoficial “As mulheres que abortam não tem ideia de como é o bebê no momento do aborto”.

A imagem acima é de um bebêzinho em desenvolvimento com aproximadamente 6-7 semanas de gestação. Já é possível realizar um eletrocardiograma de seu pequenino coração ❤

No próximo dia 25 de março, celebramos o dia Internacional de luta pela vida, contra o aborto no mundo 🌎.

Unamo-nos em ação e oração pelo fim dessa prática assassina que já ceifou a vida de milhões de crianças. Um verdadeiro holocausto no ventre das mulheres.

O mundo pede VIDA!
@ Salvemoslas2vidas

Luta contra o aborto na Argentina

Na Argentina, mais médicos se recusam a fazer o aborto
Depois da maioria dos médicos do hospital da capital Buenos Aires se recusar a fazer o aborto, mais profissionais da saúde se opuseram ao procedimento. Em áreas rurais, a medida enfrenta ampla oposição, sobretudo nas províncias do norte da Argentina.

Leia matéria completa aqui!👇👇
https://revistaoeste.com/mundo/na-argentina-mais-medicos-se-recusam-a-fazer-o-aborto/

Indicação de filme: 40 dias – O milagre da vida

Em 40 Dias – O Milagre da Vida, Abby Johnson (Ashley Bratcher) é a diretora mais jovem de uma clínica de maternidade planejada e uma representante apaixonada do direito de uma mulher sobre suas escolhas reprodutivas. Porém, quando ela é chamada para dar assistência ao aborto de uma gestação de 13 semanas, o que ela vê a muda para sempre e ela se torna uma ativista pró-vida.

https://livetv.tube/40-dias-o-milagre-da-vida-filme-completo-dublado/

Dica de livro sobre autodomínio

Comecei a leitura de um livro que trata sobre autodomínio. Esse ano, eu me senti chamada a ler sobre algumas virtudes.

E você pode perguntar: O que esse post faz aqui em um site a favor da vida, que começou relatando a história de uma criança com Body Stalk?

Ao longo desses 2 anos do falecimento do Francisquinho, conhecendo famílias que vivenciaram o sofrimento diante da enfermidade de seu filho, eu tenho aprendido que precisamos encher nosso coração de coisas boas. Por isso, compartilharei o aprendizado desse livro, o qual iniciei a leitura:

Editora Quadrante

A leitura inicia com a narrativa de uma passagem por um restaurante, em que estão pessoas postas em 5 mesas. No primeiro momento, o narrador convida a somente observar as pessoas.

Vamos para a primeira mesa. Nela estão um casal com seus filhos, todos são gordos e vão engolindo os alimentos. Na segunda mesa, está um avô com seu neto, o qual não quer comer nada que o avô sugere: “Vô, já falei um milhão de vezes: não gosto, não quero e não vou comer”. O avô acaba cedendo aos caprichos do neto e pede ao garçom iogurte com frutas cristalizadas e o malcriado atira-se às guloseimas.

Vamos parar nessas duas mesas e ver a reflexão contida no livro. Aqui está um breve resumo, como forma de incentivá-los a ler a preciosidade contida nesse pequeno livro.

Na primeira mesa, vemos uma família de glutões, em que não se come para viver. Vive-se para comer. Há uma desordem de comportamento, o que qualifica uma desordem moral, já que eles abusam dos alimentos para obter prazer. Isso constitui em uma grave desordem moral: colocar o prazer de comer acima do dever de manter a saúde e de conservar a vida – dois valores superiores ao prazer. Essa busca desenfreada pelo prazer mostra justamente o que a sociedade hoje vive ao colocar o prazer como orientador da vida (hedonismo).

Na reflexão da segunda mesa, onde está o menino malcriado e seu avô permissivo, vemos a falta de racionalidade que os glutões. Nenhum dos dois se guia pela inteligência: estão guiados por caprichos e hábitos antiirracionais. O menino é uma criança mimada, que por falta de critério dos familiares educadores, está afundada no hedonismo e pode despencar na ruína física e moral. É preciso compreender que não há educação sem disciplina e que uma boa disciplina jamais traumatiza, quando acompanhada de carinho e firmeza. As crianças mimadas são as que, mais tarde, irão sucumbir a todas as seduções. Quando você não tem coragem de podar seu filho, crescerá nele apenas folhas, em vez de frutos.

Eu estou aqui, refletindo sobre essas riquíssimas reflexões. Tomei a liberdade de fazer um resumo. Mas o ideal é realmente a leitura integral do livro. Vale o investimento.

E ler sempre ensina. Boa leitura.

Paz e bem.

Número de abortos até hoje

Tem noção que esses são os números oficiais, imagine os que são feitos na clandestinidade!!! Gente, 7 Milhões de vidas até a data de Hoje!

Esse sim é um genocídio, esse sim é o holocausto dos dias atuais!
Essa é a verdadeira Pan de M1a!

Isso deve ser extremamente divulgado para que todos saibam o mal que é o Assassinato de inocentes Vidas Humanas, todos os dias. Dentro do ventre materno, sem chance alguma de se defender!

Seja próvida!

@CRISTAOSPROVIDA

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O demônio do aborto revela o seu nome

Este texto é um breve relato de exorcismo acompanhado pelo Monsenhor Stephen Rossetti, que exerce a função de exorcista na Arquidiocese de Washington, capital dos Estados Unidos, há mais de 12 anos. Ele mantém um sítio na internet — Catholic Exorcism — onde conta muitos de seus casos (uma das quais, inclusive, já tivemos a oportunidade de comentar aqui).

Algumas pessoas podem achar o registro abaixo perturbador, e outras tantas talvez até reajam com ceticismo ao que é contado por este sacerdote. Pensamos, porém, que a experiência pessoal de um padre idôneo, que lida no dia a dia com os demônios, não deve ser simplesmente “descartada” como se nada fosse

Evidentemente, ninguém é obrigado a acreditar no que ele relata. Sua história não é um “artigo de fé católica”. Na verdade, porém, de que os demônios existem, e na ilicitude do aborto provocado, todos os católicos devemos crer: é o que ensina a Igreja de dois mil anos e é o que nos dita a própria lei natural, inscrita no coração de todo ser humano.


“Lúcia” está possuída e sendo torturada todas as noites pelos demônios. Eles a insultam, ferem-lhe o corpo com arranhões e queimaduras, afirmam que são seus donos e frequentemente torcem sua perna machucada, causando-lhe imensa dor. Os demônios são impiedosos e implacáveis.

Depois de várias sessões intensas de exorcismo, os demônios estavam enfraquecendo. Pareceu-me que eles poderiam estar vulneráveis o suficiente para serem compelidos, pelo poder de Jesus, a revelarem seus nomes. Saber os nomes dos demônios garante um poder adicional para expulsá-los e sugere que o tempo de sua saída está se aproximando.

Por isso, repeti várias vezes: Dicas mihi nomen tuum, “Dize-me o teu nome”. Essa frase é uma citação direta do Ritual de Exorcismo tradicional. O demônio resistiu fortemente. Finalmente, com grande relutância, ele entregou seu nome: Abizu.

Eu procurei saber sobre ele. Várias fontes concordam: Abizu (também soletrado Abizou, Obizu, Obizou ou Bizu) é o nome de um demônio “feminino” [1], no Oriente Próximo, acusado de causar abortos espontâneos e a morte de crianças.

Fazia todo o sentido. Infelizmente, Lúcia tinha realizado um aborto. Ela se arrependeu sinceramente, confessou-se e permaneceu em profunda contrição. Embora todo e qualquer pecado seja perdoado na Confissão, isso não significa que os demônios associados a esses pecados sejam imediatamente expulsos. Não raro, um tempo de purgação é necessário. Devido à gravidade do pecado e à morte trágica da criança — que esse pecado provocou —, seria uma luta expulsar aquele demônio.

Abizu zombou de Lúcia por ter feito um aborto. O demônio disse que ela nunca seria perdoada. Ele explorou seu profundo sentimento de culpa e tentou arrastá-la para a escuridão do desânimo e do desespero.

Esse é um comportamento tipicamente demoníaco. Os demônios não apenas nos tentam a cometer um pecado; se o praticamos, eles também nos insultam e envergonham por isso. Assegurei a Lúcia que seu pecado foi verdadeiramente perdoado e fizemos uma oração por seu bebê. Por causa disso, ela talvez precise também de aconselhamento pós-aborto e/ou de trabalhar com grupos de cura pós-aborto.

Durante a sessão, um dos exorcistas teve a inspiração de segurar um ícone de Nossa Senhora de Guadalupe, o que fez o demônio ter uma grande convulsão. Então, invocamos várias vezes este título de Nossa Senhora, e o demônio convulsionou em todos os momentos que o ícone foi colocado diante dele.

A eficácia dessa imagem sagrada não é por acaso. O ícone de Nossa Senhora de Guadalupe apresenta Maria grávida, e ela é frequentemente invocada com esse título para a proteção dos nascituros. Além disso, sob seus pés está um símbolo da lua e das trevas, uma referência ao diabo. Juan Diego, em cuja tilma apareceu a imagem, referiu-se a ela em sua língua nativa como: Te Coatlazopeuh, isto é, “aquela que esmaga a serpente”.

O aborto é um pecado grave. Mas Lúcia e todas as pessoas deveriam saber que existe uma fonte divina de cura e de paz. Além disso, temos em Nossa Senhora de Guadalupe uma grande defensora, que esmagou Abizu e trouxe-nos a cura de Deus. 

Nossa Senhora de Guadalupe, Rosa mística, rogai por nós!

Boa notícia

As notícias boas sobre o combate à cultura da morte também precisam ser divulgadas. A segunda maior clínica de abortos tardios do Reino Unido fechou suas portas e não fará mais atendimentos e assassinatos.

A informação foi dada por um dos principais grupos pró-vida do país, o “Right to Life UK”. A clínica chamada “The Lodge” ficava no sul de Londres e realizou mais de 1.200 abortos de bebês com 20 semanas de gestação ou mais nos últimos três anos.

Esperamos que um dia todas as clínicas de aborto no mundo fechem suas portas e que cessem com essa nefasta prática de matar crianças no ventre de suas mães!

#provida #prolife #culturadamorte #culturadavida #aborto #assassinato

Você seria capa de dar sua vida para salvar a vida de alguém?

Era muito cedo da manhã quando eles chegaram.

Naquela fazenda de gente tão pacata e comum, ninguém espera muita visita, menos ainda ao raiar do sol.

Mas eles bateram com força na porta.

Marianna sussurrou para o filho, Stanislaw: “Quem pode ser?”

Bateram de novo, impacientes.

“Já vai!”, ele disse.

Sua esposa, Anna, grávida de oito meses, apareceu na outra ponta do corredor, o balde de leite na mão e a filhinha de dois anos, Genia, agarrada à saia, curiosa.

Stanislaw abriu a porta.

Espanto.

Eram dois soldados alemães com rostos nada amigáveis.

“Você está preso”, e olharam para Anna lá atrás: “Você também. Venham os dois”.

“Mas como assim?”, ele protestou.

Não conseguiam imaginar o motivo da prisão: a família vivia para a fazenda e nada mais.

Desde que o pai, Ludwig, falecera, ele cuidara dos 20 hectares de terra e de sua mãe, Marianna, uma senhora que ajudava o jovem casal em tudo.

Vacas, galinhas, queijos e ovos; terço todo dia e missa aos domingos: essa era a vida dos Biernacka — uma ordinária família polonesa.

O que eles não sabiam é que, naquela manhã de julho de 1943, os soldados receberam a ordem de prender dez pessoas a esmo só para dar uma resposta aos guerrilheiros anti-nazistas que haviam matado um alemão dias atrás.

A fazenda apenas estava na rota.

“Você está preso. Você também. Venham os dois”.

Não se dependesse de Marianna.

O som das palavras apenas penetrou nos ouvidos, aquela senhora correu da cozinha e ajoelhou-se na frente dos soldados.

“Ela não. Leve-me no lugar dela. Ela está grávida. Já vai nascer. Vejam, tem uma filhinha pequena. Por favor, tenham piedade. Levem-me no lugar dela. Levem-me”, dizia, chorando, com as mãos juntas.

Uma mãe, uma avó: de quanto é capaz esse coração?

O soldados deram de ombros: só precisavam de mais duas pessoas para completar a conta.

Marianna Biernacka foi presa junto com o filho e pediu apenas para levar um Terço.

Duas semanas depois, em 13 de julho, ela foi fuzilada na cidade de Naumowicze, na Bielorússia.

Pela nora, pela neta e pelo bebê ainda por nascer, ela se entregou e morreu ali, fazendo o que fazia todos os dias: rezando o Rosário.

Deus e a família — isso é tudo.
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Em defesa da vida

Muitos podem pensar que a defesa da vida é algo contemporâneo, recente. Porém, já em tempos antigos, podemos encontrar relatos de pessoas a favor da vida.

Ao ler o livro de Êxodos, capítulo 1, encontramos esse belo relato:

 “Estes são os nomes dos filhos de Israel que vieram com Jacó para o Egito, cada um com sua família: 2 Rúben, Simeão, Levi e Judá; 3 Issacar, Zabulon e Benjamim; 4 Dã e Neftali, Gad e Aser. 5 Os descendentes diretos de Jacó eram setenta ao todo. Isso era quando José já estava no Egito. 6 Depois morreu José, assim como seus irmãos e toda aquela geração. 7 Os israelitas foram fecundos, proliferaram, multiplicaram-se e tornaram-se cada vez mais poderosos, de modo que o país ficou repleto deles.
Opressão e genocídio   8 Surgiu no Egito um novo rei, que não conhecera José. 9 Ele disse a seu povo: “Olhai como a população israelita ficou mais numerosa e mais forte do que nós. 10 Vamos tomar providências em relação a eles, para impedir que continuem crescendo e, em caso de guerra, se unam aos nossos inimigos, lutem contra nós e acabem saindo do país”. 11 Estabeleceram, assim, feitores de trabalho forçado para que os oprimissem com tarefas compulsórias. Foi assim que construíram para o faraó as cidades-entreposto de Pitom e Ramsés. 12 Mas, quanto mais os oprimiam, tanto mais cresciam e se multiplicavam. 13 Obcecados pelo medo dos israelitas, os egípcios impuseram-lhes uma dura escravidão. 14 Tornaram-lhes a vida amarga com o pesado trabalho de preparar barro e tijolos e com toda sorte de trabalhos no campo e outros serviços, que lhes impunham à força. 15 Depois, o rei do Egito disse às parteiras dos hebreus, chamadas Sefra e Fua: 16 “Quando assistirdes as mulheres hebréias no parto e chegar o tempo do parto, se for menino, matai- o; se for menina, deixai-a viver”. 17 Mas as parteiras tinham temor de Deus: não faziam o que o rei do Egito lhes tinha mandado e deixavam viver os meninos. 18  Então o rei do Egito mandou chamar as parteiras e lhes disse: “Por que agistes desse modo e deixastes os meninos viver?” 19 As parteiras responderam ao faraó: “As mulheres hebréias não são como as egípcias. Elas são robustas e, antes de a parteira chegar, já dão à luz”. 20 Deus recompensou as parteiras. O povo continuou crescendo e tornando-se muito forte. 21 Como as parteiras temeram a Deus, deu-lhes também família. 22 Então o faraó deu esta ordem a todo o seu povo: “Lançai ao rio todos os meninos hebreus recém-nascidos, mas poupai a vida das meninas”.

Partilho com vocês uma breve reflexão:

Como é importante conhecer a história: surge um rei que não conheceu a história de José e seus feitos a favor do Egito. E, ao ver o crescimento dos judeus, ele se torna obcecado por exterminá-los.

O medo nos leva a decisões equivocadas e o ódio cega as pessoas.

O rei egípcio chega ao ponto de mandar matar os recém-nascidos, se fossem homens. Porém, as parteiras, por temor a Deus, não realizam tal ato. E aqui encontramos um testemunho concreto a favor da vida.

Fazer o bem vale a pena SEMPRE! Não importa se seremos beneficiados nesta terra passageira ou no céu, a vida precisa ser defendida SEMPRE.

O que a vida espera de nós

“No relato autobiográfico intitulado Em busca do sentido: um psicólogo no campo de concentração, Viktor Frankl relata o ambiente de profundo abatimento que ia se apossando do espírito de seus companheiros de barracão, no campo de concentração nazista em que se encontravam, à medida que as expectativas de libertação se afunilavam e o futuro aparecia cada vez mais sombrio.

Era comum se ouvir dizer: Eu já não espero mais nada da vida.

Que resposta podemos dar a essas palavras, perguntava-se Frankl.

(…)

Do que realmente precisamos é de uma mudança radical da nossa atitude perante a vida. Temos que aprender nós mesmos, e depois ensinar aos desesperados, que na verdade não é importante o que nós esperamos da vida: importante é o que a vida espera de nós.”

Esta concepção de vida opõe-se frontalmente à atitude egoísta de acreditar que o homem foi feito apenas para comer, beber, gozar, rir, na fortuna e chorar na adversidade. O homem é convidado a ser um testemunho, na vida ou na morte, de que ele foi feito para algo muito maior.

A vida só pode ser encarada como uma missão a cumprir, que nos é confiada por Deus, como uma edificação de que somos responsáveis e de que outros dependem. Não vivemos para obter, vivemos para edificar.

Trecho do livro A Paciência, por Francisco Faus

Não alimente o ódio

Veja como o ódio é capaz de nos deixar cegos. Herodíades tinha tudo para ser a mulher mais rica do império. Recebeu de Herodes a oportunidade de, em nome da filha, governar a metade do seu reino. Porém, o ódio que ela tinha contra São João Batista falou mais alto, preferindo a cabeça do profeta numa bandeja. Coisa macabra, insana, diabólica, mas, para ela, valia mais que qualquer coisa. Era o troféu da vingança, o troféu do rancor, a vitória do ódio. Tomemos cuidado, meus irmãos. Sentir raiva, ficar irritado, são sentimentos que qualquer um de nós pode ter. É impossível passar por este mundo sem ter aborrecimentos. No entanto, alimentar ódio e desejo de vingança pode nos deixar completamente cegos. Liberte-se de todo e qualquer rancor, pois nessa luta, o único que sai perdendo é você.
Reposted from @pegabrielvilaverde

História de vida

“Não, isso não é sangue… É apenas cerveja”.

O que constrói um homem? O sacrifício por aquilo que ele ama.

Robert Simanek era um jovem comum quando resolveu alistar-se nos Marines, em 1951.

Antes, ele trabalhara na Ford e na General Motors e tentara entrar na Guarda Nacional — o caminho normal: emprego na indústria ou ir para o Exército.

Mas a Guerra da Coréia apenas estourara e Simanek foi enviado para lá em abril de 1952.

Foi seu contato com um inferno.

“Aquele foi o pior lugar em que eu já estive”, recordou. “Instantaneamente, deixei de ser criança e tornei-me adulto. Foi uma espécie de maturidade acelerada”.

O ambiente de terror noturno era terrível.

“Nós apenas queríamos sobreviver até a manhã seguinte”.

A experiência ajudou-lhe a perceber o valor da vida.

Onde tudo é morte, respirar ganha um novo motivo: aquilo que amamos.

Um dia, esse amor foi testado.

Simanek já estava voltando de sua vigília quando avisaram que a patrulha seguinte esquecera o rádio.

Sem dormir, ele colocou apenas uma cerveja no bolso e voltou.

Era a manhã do dia 17 de agosto de 1952 e os chineses planejaram algo diferente: uma emboscada.

Sem perceber, os americanos caminharam lado a lado com o inimigo até serem cercados por eles.

Então, as metralhadoras começaram.

Simanek imediatamente pediu reforços pelo rádio.

O pelotão tentava revidar e se proteger.

Os chineses começaram a jogar granadas e os Marines chutavam elas de volta.

Exceto por uma.

“Eu estava atirando no inimigo com a minha pistola .45 quando eu vi”.

Percebendo o perigo para seus colegas, Robert Simanek fez a única coisa que podia fazer naquele momento: caiu de lado e empurrou a granada para dentro da terra com a sua coxa.

Sim, ela explodiu — do começo da perna até o joelho.

Sentindo o molhado, ele pensou: “não, não é sangue… é só cerveja”.

Com as pernas inutilizadas, continuou no chão dando instruções pelo rádio para os reforços que chegavam, enquanto os outros continuavam a resistir.

Até não ter mais forças.

Ele só lembra de ter sido resgatado por um helicóptero depois.

Seu ato salvou a vida dos que resistiram naquela manhã.

Em 23 de outubro de 1953, ele recebeu a Medalha de Honra.
Reposted from @taiguara.fernandes

História de superação

E se a sua inteligência pudesse resgatar da morte o coração de uma criança?

Quando os bancos faliram, a inteligência foi a única moeda que restou para Vivien Thomas.

Negro e neto de ex-escravos, ele sonhava em cursar medicina, mas perdeu todas as suas economias durante a crise de 1929 nos EUA.

Foram sete anos de trabalho duro jogados pelo ralo.

Vivien se viu em desespero.

A medicina, que já era algo distante numa época de infeliz racismo, tornou-se praticamente impossível.

Mas ele não era qualquer um. E não estava disposto a ser passado para trás.

Absorvendo sua realidade, conseguiu trabalho como auxiliar de serviços gerais no laboratório do Dr. Alfred Blalock.

Na época, Blalock já era um cirurgião reconhecido e estava entrando em um terreno perigoso: a cirurgia do coração.

Observando as cirurgias que ele realizava em animais, Vivien foi aprendendo cada passo — o seu olhar abriu-lhe um mundo para a alma.

Uniu a circunstância ao talento pessoal: como era carpinteiro, sabia fazer ferramentas; então, criou instrumentos melhores.

“Isso está de uma precisão maravilhosa”, disse o doutor, ao receber um novo de bisturi que permitiria alcançar áreas inacessíveis do coração. “Você tem talento, meu rapaz”.

E foi o próprio médico quem conseguiu um lugar junto a ele na Universidade Vanderbilt, em Nashville — àquela altura, como faxineiro, única posição que Vivien poderia ocupar.

Junto a Blalock e com muito estudo solitário, ele realizou o maior feito médico de sua época: a cirurgia no pequenino coração de uma criança portadora da tetralogia de Fallot, um defeito congênito que deixava o bebê azul.

Agora na Johns Hopkins, tornaram-se pioneiros, entre 1944 e 1945, na correção da Síndrome do Bebê Azul.

Reconhecido apenas em 1968 como um dos nomes da cirurgia mundial, Vivien Thomas recebeu o doutorado “honoris causa” em 1976.

Ele nunca cursou medicina.

Ele aprendeu tudo pelos seus próprios talentos.

Com sua inteligência, ele salvou vidas — inclusive a sua, ao transformar seu pior momento na força que o levou para as páginas eternas da história.

Acima de tudo, Vivien Thomas foi um vencedor que resgatou da morte o coração de uma criança.

Vários corações.
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Mãe pública fotos do seu filho de 14 semanas não nascido

Uma corajosa mãe compartilhou imagens de seu filho falecido em um aborto espontâneo para demostrar que era um “bebê de verdade”, não um “resíduo médico” como os médicos lhe disseram.
Sharran Sutherland, de Fair Grove, Missouri (Estados Unidos), é a mãe de 40 anos que perdeu o seu filho Miran de 14 semanas, logo que a ultrassonografia indicou que o seu coração deixou de bater.
Em declarações à mídia britânica, Sharran recordou que “o médico nos disse que poderíamos descartá-lo como resíduo médico, ou que poderíamos velar o pequeno em casa”. “Fiquei muito chateada porque ela chamou o meu bebê de ‘feto’. Não podia acreditar que ela insinuasse que era um resíduo médico. E estava chateada com isso”, expressou.
Os médicos pediram que lhe fizessem uma dilatação e curetagem; entretanto, a mãe se negou porque para isso era necessário tirar o bebê em pedaços. Em vez disso, optou por dar à luz de parto normal em 23 de abril deste ano, 173 dias antes da data para o seu nascimento.
As imagens divulgadas pela mãe mostram o pequeno de quatro centímetros de comprimento – que pesava apenas 26 gramas –, com o rosto, as mãos, os pés e até as unhas completamente formadas.
“Simplesmente não podia acreditar como ele era perfeito. As suas orelhas, a sua língua, suas gengivas, seus lábios. Não podia acreditar. Olhava para ele, enquanto o segurava na palma da minha mão e via a sua perfeição. Fiquei espantada”, disse Sharran.

Sobre o enterro, como o pequeno Miran legalmente não podia ser classificado como um bebê até 20 semanas de vida, Sharran e seu esposo Michael Sutherland, de 35 anos, foram autorizados a levá-lo para a sua casa para enterrá-lo como quisessem.
“… Fiquei muito chateada, mas também sentia que um funeral era demais. Eu não sabia o que fazer e enfrentei esta decisão”, recordou. Disse que junto com o seu esposo falaram “sobre enterrá-lo em um vaso cheio de hortênsias que cresceriam todos os anos e voltariam para que pudéssemos recordá-lo, e pensamos que era uma ótima ideia”.
Apesar da perda dolorosa de seu bebê, Sharran disse que está “agradecida” porque teve a oportunidade de dar à luz, de ver e carregar Miran antes de se despedir dele. ⬇️⬇️⬇️
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Pesquisa sobre aborto no Brasil

79% dos brasileiros são contrários à legalização do aborto, aponta pesquisa

Levantamento foi realizado entre 16 e 19 de janeiro de 2021. Entre as mulheres, apenas 19,2% afirmou ser favorável ao aborto

Uma pesquisa realizada pelo Paraná Pesquisas, entre os dias 16 e 19 de janeiro de 2021, concluiu que 79% dos brasileiros são contrários à legalização do aborto. Participaram do levantamento 2.060 pessoas, com idade a partir de 16 anos, de 26 estados mais o Distrito Federal. Ao todo, moradores de 238 municípios brasileiros participaram da pesquisa, que possui grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de 2%.

Todos os participantes responderam à pergunta: “O(a) Sr(a) é a favor ou contra a legalização do aborto em qualquer situação?”. Além dos 79% que se posicionaram contra a interrupção de gravidez, 16,6% afirmaram serem favoráveis e 4,4% disseram não saber ou preferiram não opinar.

Pessoas com mais de 60 anos foram o público que apresentou maior rejeição ao aborto (83,2%). Entretanto, a faixa etária mais jovem da pesquisa (entre 16 e 24 anos) também apresentou alta rejeição, com 75,4% das pessoas se posicionando de forma contrária à interrupção da gravidez

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/breves/79-brasileiros-sao-contrarios-aborto-aponta-pesquisa/?utm_source=facebook&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo
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Aborto em 2021 já matou mais que a pandemia do coronavírus

Segundo o site de estatísticas mundiais, Worldometers, o total de abortos em 2021 feitos no mundo já somam 2,154 milhões de casos, superando os 2,054 milhões de óbitos por coronavírus.

A marca é assustadora se pensarmos que, em apenas 19 dias de 2021, os abortos já são mais numerosos do que toda uma histórica pandemia ao longo de 1 ano inteiro.

Apesar dos números dramáticos de assassinatos intrauterinos, não vemos as organizações mundiais e autoridades públicas preocupadas com este genocídio crescente. Pelo contrário! Nós vemos, cada vez mais, políticas e pronunciamentos voltados para a legalização desta prática criminosa, covarde e imoral pelo mundo todo.

O discurso de “salvar vidas” durante a pandemia cai por terra quando governos facilitam o assassinato de inocentes no ventre das mães!

Enfatizamos nossa solidariedade com todas as famílias que sofrem com a perda de entes queridos vitimados pelo coronavírus. Não obstante, também nos entristecemos com as vidas ceifadas pelo aborto.

São estatísticas que todos nós gostaríamos de esquecer!

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Argentinos vão às ruas em defesa da vida

Defensores da vida foram às ruas de Buenos Aires na sexta-feira (18), após a Câmara dos Deputados do país aprovar um projeto de lei para legalizar o aborto até a 14ª semana de gravidez.

O PL ainda irá para o Senado, uma câmara tradicionalmente mais conservadora. Se aprovado, o aborto será possível até a 14ª semana, se a gravidez for resultado de estupro ou se colocar em perigo a pessoa que carrega o feto. Além disso, segundo o texto da nova legislação, menores de 16 anos poderão buscar “assistência jurídica” para realizar o aborto em casos de “conflito de interesses”.

Na esperança de ganhar mais votos, os parlamentares que apoiam o projeto de lei fizeram alterações de última hora no texto que permitiriam que clínicas privadas, nas quais todos os profissionais médicos que se opusessem ao “direito ao aborto”, se abstivessem de fornecer o procedimento. No entanto, essas clínicas seriam obrigadas a encaminhar as mulheres para outro serviço que realizasse o aborto.

A aprovação do projeto de lei foi amplamente celebrada pela esquerda argentina. As cenas mostradas pela ABC News, em 12 de dezembro, mostram os tempos sombrios em que vivemos.

“Aplausos explodiram nas ruas de Buenos Aires, Argentina, depois que a Câmara Baixa do país votou para aprovar um projeto de lei que legaliza o aborto – uma medida que, agora, passará pelo Senado”, escreveu a ABC News.

Por outro lado, a aprovação do PL foi recebida com uma forte reação de centenas de manifestantes pró-vida. Vestidos com camisetas azuis claras, à distância de apenas algumas centenas de metros dos manifestantes pró-aborto, eles lotaram as ruas em favor da vida.

A proposta de lei – que agora segue para o Senado – foi aprovada por 131-117 votos. Seis deputados se abstiveram de votar.

A Argentina, que tem algumas das leis mais rígidas contra o aborto, considerou a legalização da prática no passado. De fato, em 2018, depois que a Câmara aprovou um projeto de lei para legalizar o aborto eletivo, o Senado rejeitou a medida.

Dois anos de Eternidade – Francisquinho

O dia 30 de novembro tornou-se uma data muito significativa: pois foi o dia do nascimento e entrada para eternidade do nosso filho Francisco.
Hoje não é um dia de tristeza, mas um dia de celebração, pois cremos no céu. Agradecemos a Deus pela maravilhosa experiência que pudemos viver na gestação: ter um filho com uma síndrome rara nos ensinou tantas coisas. Levou nossa família a uma experiência de amor verdadeiro, de entrega, de despojamento, de abandono em Deus. Louvamos o Senhor, porque permitiu nossa família de gerar o Francisquinho.
Ele não é nosso anjinho, ele é nosso filho: carne da nossa carne, osso do nosso osso. Faz parte da minha família e, se Deus permitir que eu gere novamente, os outros irmãos conhecerão sua história, pois Francisquinho faz parte da nossa família.
Termino essa pequena homenagem em louvor e gratidão a Deus por essa bendita experiência. E entrego cada mãe que passa pelo luto de um filho. Não é uma experiência fácil, mas pode ser uma linda experiência de amor.

Pais de Francisco – 30 de novembro de 2020.

Somos contra a legalização do aborto

O Papa Francisco manifestou-se contra a aprovação de projeto de lei que tenta legalizar o aborto na Argentina até a 14ª semana de gestação, de autoria do presidente da Argentina Alberto Fernández.
Em resposta enviada por e-mail à deputada Victoria Morales Gorleri (PRO), Francisco agradeceu pela carta recebida de mulheres da chamada “onda celeste” (de cor azul, que na Argentina significa ser pró-vida) e o esforço realizado para evitar o ativismo da “onda verde”, cor usada por entidades favoráveis à aprovação do aborto. No texto, o papa lembrou que ser contra o aborto é uma questão de ética humana – o assassinato de um ser humano – e, portanto, anterior a qualquer confissão religiosa.
A pátria está orgulhosa de ter mulheres assim. E sobre o problema do aborto, ter presente que não é um assunto primariamente religioso, mas de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa. E faz bem fazer-se duas perguntas: É justo eliminar uma vida humana para resolver um problema? É justo contratar um assassino para resolver um problema?”, escreveu.
O projeto de lei de Fernández foi enviado ao Congresso argentino no último dia 17 de novembro. Além da descriminalização do aborto até a 14ª semana de gestação, a proposta quer permitir o aborto em qualquer momento da gestação quando a gravidez seja decorrente de estupro. Inclui, ainda, a obrigação de médicos contrários ao aborto a encaminhar a gestante para profissionais que aceitem a prática.