Nossa família cresceu

No final do ano de 2019, após um ano de falecimento do nosso filho Francisquinho, após a vivência do luto, do acompanhamento dos amigos e também da psicóloga, nos abrimos a uma realidade que já nos visitava desde a época de namoro: gostaríamos de ter filhos do coração.
No dia 4 de agosto deste ano de 2021, fomos presenteados com um lindo menininho chamado Gabriel José. E hoje, no dia do meu aniversário, quero render graças ao bom Deus por ter antecipado meu presente. Alegrem-se conosco! Deus é bom o tempo todo. Paz e bem

Você sabe como atua um anticoncepcional?

Por LifeSiteNews.com
Por Elizabeth O’Brien



Dra. Maria Kraw explicou quantos dos chamados contraceptivos realmente resultam em fertilização e terminam em o aborto de uma nova pessoa humana durante seu desenvolvimento inicial.

Apresentando seu tópico, as “Consequências médicas da contracepção”, a Dra. Kraw começou afirmando que se abstém de usar a palavra “contracepção”. Isso ocorre porque implica apenas na “prevenção da concepção”, enquanto na realidade muitos dos chamados anticoncepcionais resultam em uma miríade de outros danos, incluindo o aborto.

Como endocrinologista (médico hormonal) no St. Michael’s Hospital em Toronto, Kraw se concentrou principalmente nos efeitos do controle hormonal da natalidade. O controle hormonal artificial da natalidade funciona introduzindo estrogênio artificial e progesterona artificial (progestinas), em 4 a 10 vezes a dosagem produzida naturalmente pelo corpo. Esses níveis perigosamente altos levam o cérebro a pensar que a pessoa pode estar grávida e fazem com que a ovulação pare.

A pílula também previne a concepção ao engrossar o muco cervical, de forma que o esperma não alcance o óvulo. Se isso não funcionar, a pílula impede a implantação de um óvulo já fertilizado. Isso ocorre quando uma nova pessoa humana já foi concebida, afirmou Kraw, mas depois que os hormônios artificiais diluíram o revestimento do útero. “Então, em vez de se aconchegar em um útero bem nutrido para continuar o desenvolvimento”, explicou ela, “o útero é hostil e o embrião é descartado.”

A maioria das pílulas são pílulas hormonais combinadas com estrogênio e progesterona artificiais. As pílulas só de progesterona, entretanto, não previnem a fertilização, mas atuam principalmente diluindo o revestimento do útero. Depo-provera, por exemplo, é um progestágeno que é injetado a cada três meses e desgasta o revestimento do útero. Da mesma forma, o dispositivo intra-uterino (DIU) causa “inflamação e formação de cicatrizes no revestimento uterino”, evitando assim a implantação.

Luta contra o aborto na Argentina

Na Argentina, mais médicos se recusam a fazer o aborto
Depois da maioria dos médicos do hospital da capital Buenos Aires se recusar a fazer o aborto, mais profissionais da saúde se opuseram ao procedimento. Em áreas rurais, a medida enfrenta ampla oposição, sobretudo nas províncias do norte da Argentina.

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https://revistaoeste.com/mundo/na-argentina-mais-medicos-se-recusam-a-fazer-o-aborto/

Aborto em 2021 já matou mais que a pandemia do coronavírus

Segundo o site de estatísticas mundiais, Worldometers, o total de abortos em 2021 feitos no mundo já somam 2,154 milhões de casos, superando os 2,054 milhões de óbitos por coronavírus.

A marca é assustadora se pensarmos que, em apenas 19 dias de 2021, os abortos já são mais numerosos do que toda uma histórica pandemia ao longo de 1 ano inteiro.

Apesar dos números dramáticos de assassinatos intrauterinos, não vemos as organizações mundiais e autoridades públicas preocupadas com este genocídio crescente. Pelo contrário! Nós vemos, cada vez mais, políticas e pronunciamentos voltados para a legalização desta prática criminosa, covarde e imoral pelo mundo todo.

O discurso de “salvar vidas” durante a pandemia cai por terra quando governos facilitam o assassinato de inocentes no ventre das mães!

Enfatizamos nossa solidariedade com todas as famílias que sofrem com a perda de entes queridos vitimados pelo coronavírus. Não obstante, também nos entristecemos com as vidas ceifadas pelo aborto.

São estatísticas que todos nós gostaríamos de esquecer!

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Argentinos vão às ruas em defesa da vida

Defensores da vida foram às ruas de Buenos Aires na sexta-feira (18), após a Câmara dos Deputados do país aprovar um projeto de lei para legalizar o aborto até a 14ª semana de gravidez.

O PL ainda irá para o Senado, uma câmara tradicionalmente mais conservadora. Se aprovado, o aborto será possível até a 14ª semana, se a gravidez for resultado de estupro ou se colocar em perigo a pessoa que carrega o feto. Além disso, segundo o texto da nova legislação, menores de 16 anos poderão buscar “assistência jurídica” para realizar o aborto em casos de “conflito de interesses”.

Na esperança de ganhar mais votos, os parlamentares que apoiam o projeto de lei fizeram alterações de última hora no texto que permitiriam que clínicas privadas, nas quais todos os profissionais médicos que se opusessem ao “direito ao aborto”, se abstivessem de fornecer o procedimento. No entanto, essas clínicas seriam obrigadas a encaminhar as mulheres para outro serviço que realizasse o aborto.

A aprovação do projeto de lei foi amplamente celebrada pela esquerda argentina. As cenas mostradas pela ABC News, em 12 de dezembro, mostram os tempos sombrios em que vivemos.

“Aplausos explodiram nas ruas de Buenos Aires, Argentina, depois que a Câmara Baixa do país votou para aprovar um projeto de lei que legaliza o aborto – uma medida que, agora, passará pelo Senado”, escreveu a ABC News.

Por outro lado, a aprovação do PL foi recebida com uma forte reação de centenas de manifestantes pró-vida. Vestidos com camisetas azuis claras, à distância de apenas algumas centenas de metros dos manifestantes pró-aborto, eles lotaram as ruas em favor da vida.

A proposta de lei – que agora segue para o Senado – foi aprovada por 131-117 votos. Seis deputados se abstiveram de votar.

A Argentina, que tem algumas das leis mais rígidas contra o aborto, considerou a legalização da prática no passado. De fato, em 2018, depois que a Câmara aprovou um projeto de lei para legalizar o aborto eletivo, o Senado rejeitou a medida.

Somos contra a legalização do aborto

O Papa Francisco manifestou-se contra a aprovação de projeto de lei que tenta legalizar o aborto na Argentina até a 14ª semana de gestação, de autoria do presidente da Argentina Alberto Fernández.
Em resposta enviada por e-mail à deputada Victoria Morales Gorleri (PRO), Francisco agradeceu pela carta recebida de mulheres da chamada “onda celeste” (de cor azul, que na Argentina significa ser pró-vida) e o esforço realizado para evitar o ativismo da “onda verde”, cor usada por entidades favoráveis à aprovação do aborto. No texto, o papa lembrou que ser contra o aborto é uma questão de ética humana – o assassinato de um ser humano – e, portanto, anterior a qualquer confissão religiosa.
A pátria está orgulhosa de ter mulheres assim. E sobre o problema do aborto, ter presente que não é um assunto primariamente religioso, mas de ética humana, anterior a qualquer confissão religiosa. E faz bem fazer-se duas perguntas: É justo eliminar uma vida humana para resolver um problema? É justo contratar um assassino para resolver um problema?”, escreveu.
O projeto de lei de Fernández foi enviado ao Congresso argentino no último dia 17 de novembro. Além da descriminalização do aborto até a 14ª semana de gestação, a proposta quer permitir o aborto em qualquer momento da gestação quando a gravidez seja decorrente de estupro. Inclui, ainda, a obrigação de médicos contrários ao aborto a encaminhar a gestante para profissionais que aceitem a prática.

Hoje é dia do nascituro: celebremos esse dia!

Nascituro: Etimologicamente, este termo se originou a partir da latim nasciturus, que significa “que deve nascer”.

O nascituro é o ser já concebido mas que ainda está no ventre materno. O dia do Nascituro tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os riscos que as crianças correm desde a sua concepção até o nascimento.

Vamos valorizar a vida? Instagram: @bodystalk, Youtube: Apoio aos Pais de Body Stalk https://studio.youtube.com/channel/UCJShxFp9CxOJwfcJ4oWtG3A

Não tenha medo de pedir ajuda

Atravessar o luto é uma tarefa que pode ser mais longa e difícil para algumas pessoas. Casos de suicídio e de surgimento de doenças psicológicas não são incomuns. Em um estudo comparativo, cientistas dinamarqueses descobriram que a psicoterapia pode reduzir a chance de essas complicações ocorrerem.

A análise foi feita com base em registros de dados de saúde de mais de 5 milhões de indivíduos, recolhidos durante 1996 e 2013. Os pesquisadores deram foco especial a 207 mil pessoas que experimentaram problemas psicológicos durante o período de luto. Em uma filtragem ainda maior, separaram 4.584 pacientes que, entre seis meses e dois anos após a morte de alguém próximo, houve caso de suicídio, automutilação ou internação em uma enfermaria psiquiátrica.

Por meio de análises comparativas, os pesquisadores concluíram que, nesse grupo, o risco de ocorrência dessas complicações  foi de 9,1% quando a pessoas que foram medicadas para enfrentar o luto. No caso dos apoiados pela psicoterapia, a taxa caiu para 3,2%. “O estudo mostra que os pacientes cujos clínicos gerais costumam usar a terapia da fala têm um menor risco de suicídio e de outros distúrbios psicológicos”, ressalta Morten Fenger-Grøn, pesquisador da Universidade de Aarhus e um dos autores do estudo, publicado, em setembro, na revista especializada Clinical Epidemiology. 

Os cientistas ressaltam que a pesquisa não defende o fim do uso de medicamentos, mas mostra que conversas com especialistas podem contribuir consideravelmente para a saúde de pessoas que passam pelo luto, e que, quanto mais cedo essa intervenção for feita, mais positivos podem ser os resultados.
“Nosso estudo documenta a importância de os médicos terem outros meios de ajuda, além de prescrições. Sugerem que a intervenção precoce pode prevenir sérios eventos psiquiátricos. Infelizmente, o estudo não pode nos informar a forma mais efetiva de terapia ou se os clínicos gerais estão bem preparados para a tarefa, mas parece que ter tempo para conversar com o paciente funciona”, complementa Fenger-Grøn.

Ajuda institucionalizada

Para o psicólogo clínico Carlos Alexandre Araújo Benicio, o estudo dinamarquês mostra o quanto a psicoterapia pode ser positiva para pessoas que atravessam o luto. “Ela mostra como as terapias de fala contribuem para reduzir um sofrimento emocional que poderia seria prolongado e, consequentemente, ajudam a diminuir pensamentos (ideações) e ações (comportamentos) que conduzem ao ato suicida, uma vez que pessoas enlutadas apresentam risco particularmente alto de comportamento suicida e de doença psiquiátrica”, explica.

Segundo o especialista, os dados chamam a atenção para a necessidade de se garantir que os serviços de saúde promovam espaços de fala e de expressão da subjetividade, como também de ajudar as pessoas em sofrimento a desenvolver redes de apoio. “A promoção dessas ações pode ser uma abordagem frutífera para minimizar processos vivenciais negativos. Para se evitar o agravamento de alguns transtorno mentais, é importante que se dê ênfase aos aspectos de caráter preventivo e à utilização de estratégias de intervenção precoce em saúde mental”, diz.

Carlos Alexandre Araújo Benicio chama a atenção ainda para a importância de abordagens além das esferas mais íntimas. “Faz-se fundamental ainda a sensibilização das esferas governamentais com vistas à necessária destinação de recursos orçamentários às políticas públicas de atenção primária em saúde”, defende. (VS)
9,1% Risco de ocorrência de suicídio ou internamento psiquiátrico em pessoas que são medicadas para enfrentar o luto
3,2% Risco de ocorrência de suicídio ou internamento psiquiátrico em pessoas que recorrem à psicoterapia para enfrentar o luto

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2019/05/19/interna_ciencia_saude,755785/pessoas-em-luto-correm-risco-de-depressao-e-merecem-cuidado.shtml

5 vezes em que a ciência assegurou que a vida começa na fecundação

REDAÇÃO CENTRAL, 09 Mar. 19 / 08:00 am (ACI).- Em que momento começa a vida humana? Há décadas, a ciência teve uma resposta clara: na fecundação.

Imagem referencial. Foto: Flickr Zappys Technology Solutions (CC BY 2.0

A seguir, recordamos 5 ocasiões nas quais a ciência assegurou que a vida humana começa na fecundação.

1. No livro Embriologia Médica, de Jan Langman

Em 1975, a terceira edição do famoso livro Medical Embryology (Embriologia Médica), de Jan Langman, explicou que “o desenvolvimento de um ser humano começa com a fecundação, um processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozoide masculino e o óvulo feminino, se unem para dar origem a um novo organismo: o zigoto”.

A edição mais recente desse livro, de 2015, insiste que “o desenvolvimento começa com a fecundação”.

2. Fundamentos da Embriologia Humana, de Keith Moore

O livro Essentials of Human Embryology (Fundamentos da Embriologia Humana), de Keith Moore, publicado em 1988, concorda que “o desenvolvimento humano começa depois da união dos gametas masculino e feminino ou células germinais durante um processo conhecido como fecundação (concepção)”.

O óvulo fertilizado, conhecido como zigoto, indica o livro, “é uma grande célula diploide que é o principio, o primórdio do ser humano”.

3. Um estudo publicado por ‘Nature’

“O ciclo de vida dos mamíferos começa quando um espermatozoide entra em um óvulo”, assegurou um estudo publicado em 2010 na revista ‘Nature’ por Yukinori Okada e outros cientistas, intitulado “A role for the elongator complex in zygotic paternal genome demethylation”.

4. Uma nova pesquisa em 2012

Uma pesquisa feita por Janetti Signorelli e outros cientistas em 2012 concluiu que “a fertilização é o processo pelo qual os gametas haploides masculinos e os gametas haploides femininos (espermatozoides e óvulos) se unem para gerar um indivíduo geneticamente diferente”.

5. “O Ser Humano em Desenvolvimento”, de Moore, TVN Persaud e Mark Torchia

Em 2015, na última edição de seu livro ‘The Developing Human: Clinically Oriented Embryology’ (O Desenvolvimento Humano: Embriologia Clinicamente Orientada), os cientistas Keith Moore, TVN Persaud e Mark Torchia asseguraram que “o desenvolvimento humano é um processo contínuo que começa quando um óvulo feminino é fertilizado por um espermatozoide masculino”.

“O desenvolvimento humano começa na fertilização, quando o espermatozoide penetra em um óvulo para formar uma célula única, o zigoto”, escreveram.

Os cientistas também assinalaram que “todas as principais estruturas externas e internas são estabelecidas entre a quarta e oitava semana” e “o surgimento das extremidades superiores são reconhecíveis nos dias 26 ou 27 como pequenos inchaços nas paredes ventrolaterais do corpo”.

No final da oitava semana, indicaram, “o embrião tem características humanas inconfundíveis; entretanto, a cabeça ainda é desproporcionalmente grande, constituindo cerca da metade do embrião”.

Fonte: ACI digital:
https://www.acidigital.com/noticias/5-vezes-em-que-a-ciencia-assegurou-que-a-vida-comeca-na-fecundacao-69136?fbclid=IwAR2GV8mQ5wiQ6IxjlpZYni-bszbLG2-rwJLUw0JPk2DPhdPxL9eU_BSQ0vk#.XIXF5p_qFAg.facebook

Mãe se recusa a abortar bebê com anomalia e filho nasce perfeito

Após a aprovação da lei que permite o aborto até o nascimento em Nova York, mães de diversas partes dos Estados Unidos passaram a compartilhar suas histórias de vida a fim de incentivar outras mulheres a não abortarem.

Uma delas é Kate Mckinney, que já era mãe de três filhas até engravidar novamente em março de 2018. Ela e seu marido, Bobby, estavam animados em ver a família aumentar, mas enfrentaram um grande desafio após o exame para descobrir o sexo do bebê.

“Naquele dia, não só descobrimos que iríamos ter um menino, mas também descobrimos que nosso bebê tinha uma anomalia, e precisávamos consultar um especialista imediatamente”, disse Kate no sábado (2), em uma publicação no Facebook.

“A única informação que tivemos foi que havia algum fluido na parte de trás do pescoço dele que poderia ser várias coisas diferentes, mas nenhuma delas era boa. Nós deixamos o médico naquele dia bastante arrasados”, acrescentou.

Com 18 semanas de gestação, Kate consultou um médico especialista e soube que o fluido na parte de trás do pescoço era tão grande que o bebê não sobreviveria. “Não havia nenhuma chance. Ele tinha um higroma cístico. Isso significa que ele poderia ter trissomia, um defeito estrutural ou seus órgãos poderiam não se desenvolver adequadamente”.

Diante do diagnóstico, o médico tentou convencer Kate a abortar. Sua reação foi se derramar em lágrimas, mas sua decisão estava tomada. “Eu disse a ele que não havia como abortar. Ele me falou sobre os riscos de continuar com a gravidez e o que aconteceria durante uma morte fetal. Ele ainda estava tentando me convencer a abortar”, ela lembra.

Quando Kate foi encaminhada para fazer um exame de sangue, a fim de descobrir a causa do fluido, uma enfermeira trouxe uma palavra de fé. “Ela gentilmente colocou a mão no meu braço, olhou nos olhos e disse: ‘Apenas tenha fé. Nada é impossível para Deus’. Em um consultório médico, onde parecia que eles estavam distribuindo pirulitos com abortos, essa mulher era um anjo. Eu sei que Deus a colocou lá naquele dia para me dizer isso. Eu precisava ouvir isso. O nome dela era Whitney, e nunca mais a vi naquele consultório médico nas mais de 20 vezes que estive lá. Ela foi meu anjo naquele dia”.

Teste de fé

A cada semana, Kate ia ao consultório e lidava com a insistência dos médicos no aborto. “Nós oramos muito. Eu pedi a Deus por um milagre na noite anterior à minha consulta de 26 semanas”, ela conta.

Na consulta, o técnico de ultra-som não mediu o tamanho do higroma cístico e Kate temeu receber uma má notícia. No entanto, uma médica que a atendeu pela primeira vez, disse de maneira doce e suave: não há mais nada para medir.

O parto de Kate aconteceu em 5 de novembro do ano passado. Seu filho nasceu em perfeito estado. “Os médicos ficaram chocados. Tanto que eles fizeram o máximo de exames possíveis tentando descobrir algo que poderia estar errado com ele. Todos deram negativo”, celebra a mãe.

O único problema que o bebê tem é um pequeno sopro cardíaco, algo comum e que se ajusta sozinho. “Isso é tudo. O bebê que tinha 0% de chance de sobrevivência está aqui e é saudável”, destacou.


O parto de Kate Mckinney aconteceu em 5 de novembro de 2018 e seu filho nasceu em perfeito estado. (Foto: Reprodução/Facebook)

“Acredito firmemente que minha fé foi testada durante esta gravidez. Deus queria ver se eu faria o impensável e concluiria Seu plano. Ele queria ver se eu creria Nele para curar nosso bebê. Rapaz, estou feliz por ter feito isso”, disse Kate.

Eu escolho a vida. Ontem, hoje e amanhã. Vou orar por Nova York e pelos líderes que tomaram essa decisão. Como eu sei muito bem, nada é impossível para Deus”, ela completou.

Fonte: https://guiame.com.br/gospel/noticias/mae-se-recusa-abortar-bebe-com-anomalia-e-filho-nasce-perfeito-nos-oramos-muito.html

Mensagem do Papa Francisco no 27º Dia Mundial do Enfermo

Queridos irmãos e irmãs!

«Recebestes de graça, dai de graça» (Mt 10, 8): estas são palavras pronunciadas por Jesus, quando enviou os apóstolos a espalhar o Evangelho, para que, através de gestos de amor gratuito, se propagasse o seu Reino.

Por ocasião do XXVII Dia Mundial do Doente, que será celebrado de modo solene em Calcutá, na Índia, a 11 de fevereiro de 2019, a Igreja – Mãe de todos os seus filhos, mas com uma solicitude especial pelos doentes – lembra que o caminho mais credível de evangelização são gestos de dom gratuito como os do Bom Samaritano. O cuidado dos doentes precisa de profissionalismo e ternura, de gestos gratuitos, imediatos e simples, como uma carícia, pelos quais fazemos sentir ao outro que nos é «querido».

A vida é dom de Deus, pois – como adverte São Paulo – «que tens tu que não tenhas recebido?» (1 Cor 4, 7). E, precisamente porque é dom, a existência não pode ser considerada como mera possessão ou propriedade privada, sobretudo à vista das conquistas da medicina e da biotecnologia, que poderiam induzir o homem a ceder à tentação de manipular a «árvore da vida» (cf. Gn 3, 24).

Contra a cultura do descarte e da indiferença, cumpre-me afirmar que se há de colocar o dom como paradigma capaz de desafiar o individualismo e a fragmentação social dos nossos dias, para promover novos vínculos e várias formas de cooperação humana entre povos e culturas. Como pressuposto do dom, temos o diálogo, que abre espaços relacionais de crescimento e progresso humano capazes de romper os esquemas consolidados de exercício do poder na sociedade. O dar não se identifica com o ato de oferecer um presente, porque só se pode dizer tal se for um dar-se a si mesmo: não se pode reduzir a mera transferência duma propriedade ou dalgum objeto. Distingue-se de presentear, precisamente porque inclui o dom de si mesmo e supõe o desejo de estabelecer um vínculo. Assim, antes de mais nada, o dom é um reconhecimento recíproco, que constitui o caráter indispensável do vínculo social. No dom, há o reflexo do amor de Deus, que culmina na encarnação do Filho Jesus e na efusão do Espírito Santo.

Todo o homem é pobre, necessitado e indigente. Quando nascemos, para viver tivemos necessidade dos cuidados dos nossos pais; de forma semelhante, em cada fase e etapa da vida, cada um de nós nunca conseguirá, de todo, ver-se livre da necessidade e da ajuda alheia, nunca conseguirá arrancar de si mesmo o limite da impotência face a alguém ou a alguma coisa. Também esta é uma condição que carateriza o nosso ser de «criaturas». O reconhecimento leal desta verdade convida-nos a permanecer humildes e a praticar com coragem a solidariedade, como virtude indispensável à existência.

Esta consciência impele-nos a uma práxis responsável e responsabilizadora, tendo em vista um bem que é indivisivelmente pessoal e comum. Apenas quando o homem se concebe, não como um mundo fechado em si mesmo, mas como alguém que, por sua natureza, está ligado a todos os outros, originariamente sentidos como «irmãos», é possível uma práxis social solidária, orientada para o bem comum. Não devemos ter medo de nos reconhecermos necessitados e incapazes de nos darmos tudo aquilo de que teríamos necessidade, porque não conseguimos, sozinhos e apenas com as nossas forças, vencer todos os limites. Não temamos este reconhecimento, porque o próprio Deus, em Jesus, Se rebaixou (cf. Flp 2, 8), e rebaixa, até nós e até às nossas pobrezas para nos ajudar e dar aqueles bens que, sozinhos, nunca poderíamos ter.

Aproveitando a circunstância desta celebração solene na Índia, quero lembrar, com alegria e admiração, a figura da Santa Madre Teresa de Calcutá, um modelo de caridade que tornou visível o amor de Deus pelos pobres e os doentes. Como dizia na sua canonização, «Madre Teresa, ao longo de toda a sua existência, foi uma dispensadora generosa da misericórdia divina, fazendo-se disponível a todos, através do acolhimento e da defesa da vida humana, dos nascituros e daqueles abandonados e descartados. (…) Inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera; fez ouvir a sua voz aos poderosos da terra, para que reconhecessem a sua culpa diante dos crimes (…) da pobreza criada por eles mesmos. A misericórdia foi para ela o “sal”, que dava sabor a todas as suas obras, e a “luz” que iluminava a escuridão de todos aqueles que nem sequer tinham mais lágrimas para chorar pela sua pobreza e sofrimento. A sua missão nas periferias das cidades e nas periferias existenciais permanece nos nossos dias como um testemunho eloquente da proximidade de Deus junto dos mais pobres entre os pobres» (Homilia, 4/IX/2016).

A Santa Madre Teresa ajuda-nos a compreender que o único critério de ação deve ser o amor gratuito para com todos, sem distinção de língua, cultura, etnia ou religião. O seu exemplo continua a guiar-nos na abertura de horizontes de alegria e esperança para a humanidade necessitada de compreensão e ternura, especialmente para as pessoas que sofrem.

A gratuidade humana é o fermento da ação dos voluntários, que têm tanta importância no setor socio-sanitário e que vivem de modo eloquente a espiritualidade do Bom Samaritano. Agradeço e encorajo todas as associações de voluntariado que se ocupam do transporte e assistência dos doentes, aquelas que providenciam nas doações de sangue, tecidos e órgãos. Um campo especial onde a vossa presença expressa a solicitude da Igreja é o da tutela dos direitos dos doentes, sobretudo de quantos se veem afetados por patologias que exigem cuidados especiais, sem esquecer o campo da sensibilização e da prevenção. Revestem-se de importância fundamental os vossos serviços de voluntariado nas estruturas sanitárias e no domicílio, que vão da assistência sanitária ao apoio espiritual. Deles beneficiam tantas pessoas doentes, sós, idosas, com fragilidades psíquicas e motoras. Exorto-vos a continuar a ser sinal da presença da Igreja no mundo secularizado. O voluntário é um amigo desinteressado, a quem se pode confidenciar pensamentos e emoções; através da escuta, ele cria as condições para que o doente deixe de ser objeto passivo de cuidados para se tornar sujeito ativo e protagonista duma relação de reciprocidade, capaz de recuperar a esperança, mais disposto a aceitar as terapias. O voluntariado comunica valores, comportamentos e estilos de vida que, no centro, têm o fermento da doação. Deste modo realiza-se também a humanização dos tratamentos.

A dimensão da gratuidade deveria animar sobretudo as estruturas sanitárias católicas, porque é a lógica evangélica que qualifica a sua ação, quer nas zonas mais desenvolvidas quer nas mais carentes do mundo. As estruturas católicas são chamadas a expressar o sentido do dom, da gratuidade e da solidariedade, como resposta à lógica do lucro a todo o custo, do dar para receber, da exploração que não respeita as pessoas.

Exorto-vos a todos, nos vários níveis, a promover a cultura da gratuidade e do dom, indispensável para superar a cultura do lucro e do descarte. As instituições sanitárias católicas não deveriam cair no estilo empresarial, mas salvaguardar mais o cuidado da pessoa que o lucro. Sabemos que a saúde é relacional, depende da interação com os outros e precisa de confiança, amizade e solidariedade; é um bem que só se pode gozar «plenamente», se for partilhado. A alegria do dom gratuito é o indicador de saúde do cristão.

A todos vos confio a Maria. Que Ela nos ajude a partilhar os dons recebidos com o espírito do diálogo e mútuo acolhimento, a viver como irmãos e irmãs cada um atento às necessidades dos outros, a saber dar com coração generoso, a aprender a alegria do serviço desinteressado. Com afeto, asseguro a todos a minha proximidade na oração e envio-vos de coração a Bênção Apostólica.

Fonte:https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/mensagem-papa-francisco-para-o-dia-mundial-enfermo-2019/

Pedimos ao Senhor que, neste dia dedicado aos enfermos, olhai por todas as crianças com a Síndrome de Body Stalk e demais enfermidades. Tende compaixão das famílias que passam por esse tipo de situação.

Mãe que perdeu bebê com 13 semanas se impressiona com humanidade do nascituro

Jessica Smith sempre se considerou uma pró-vida convicta. Mas, com 29 anos e 4 filhos, essa mãe de família estava totalmente despreparada para o choque que seria ver o corpo do seu quinto filho, morto por aborto espontâneo.

Perguntada pelo médico se queria ver o bebê, ela imaginava presenciar apenas alguns resíduos. “Àquela altura da gravidez, eu esperava que me fossem entregues apenas alguns amontoados de tecidos. Mas, ao contrário, deram-me um bebezinho perfeitamente formado”, ela relata, em entrevista exclusiva ao LifeSiteNews.com. “Ele meio que nos deixou chocados. As enfermeiras só sabiam dizer: Ele é tão perfeito, ele é tão perfeito.”

Foi em abril que Jessica e o seu marido, Ray, descobriram que estavam esperando outro filho. Entusiasmado, o casal logo começou a fazer planos para acomodar o novo membro da família. Dessa vez, eles teriam que comprar aquela van grande que já estavam adiando o quanto podiam. 

Mas, no meio de julho, Jessica sofreu uma hemorragia. “Acordei sentindo muita dor e havia uma piscina de sangue em minha volta, na cama. Sabia que, provavelmente, aquele não era um bom sinal”, diz Jessica, que começou a temer por um segundo aborto espontâneo.

Como seu marido tinha passado a noite perto do trabalho, a cerca de uma hora de casa, a mãe de Jessica foi ao seu encontro, de carro, para levá-la ao hospital. O filho mais velho do casal foi deixado na casa de um amigo, enquanto as duas mais novas acompanharam a mãe e a avó ao hospital.

Na chegada, o médico confirmou o maior medo de Jessica:

“Levaram-me para uma sala de ultrassom para checarem a criança. Quando vi a tela preta vazia, sabia o que aquilo significava. Àquele ponto, eu tinha a impressão de que meu bebê provavelmente já tinha saído com a hemorragia. Imaginei que não tivesse notado, simplesmente, que ele tinha caído pelo ralo, algo do tipo. Só de pensar nisso o meu coração já se desfez.”

Quando o médico disse a Jessica que ela precisava fazer o parto do seu filho, a princípio ela não entendeu o que aquilo significava. “O médico explicou que o bebê tinha ficado no meio do caminho e ainda não estava totalmente fora”, ela conta.

Ainda dentro da seção de ultrassom, o médico ajudou Jessica a ter a criança. Era um menino, e a mãe ficou surpresa ao descobrir que era possível saber o sexo do bebê, mesmo com tão pouco tempo de vida.

Com o filho nas mãos, Jessica afirmou que, mesmo em meio ao seu sofrimento, era uma alegria poder contemplar de perto aquele bebezinho. Ele tinha os dedos das mãos e dos pés perfeitamente formados. Mesmo que muito pequenos, era possível distinguir bem os ouvidos, o nariz e a boca. Nessa fase, o seu fígado e rins estariam em pleno funcionamento, e os sistemas do seu corpo estariam completamente formados, precisando apenas da segurança do ventre materno para que se desenvolvessem até atingirem a própria independência. 

“Eu não estava esperando ver um bebê assim. Sempre acompanho as minhas gestações com aqueles aplicativos de bebê no celular, mas nem eles conseguiram indicar quão perfeitamente humano meu filho parecia. Sempre fui pró-vida, mas nem eu imaginava como um feto de 13 semanas poderia ser”, ela diz.

Depois, com a chegada do pai, a família deu ao bebê o nome de Noah Israel, os dois personagens do livro do Gênesis. ( Noah é “Noé” em inglês.)

As duas filhas mais novas do casal, então, foram chamadas para dentro da sala, para dizer ‘olá’ e se despedirem de seu irmãozinho:

“Quando minha menina de dois anos, Maycee, viu Noah deitado ali, ela não disse: ‘Ó, mamãe, é um punhado de células’. Não, ela disse: ‘Olha, mamãe, é um bebê’. E eu disse: ‘Eu sei, meu anjo, eu sei.’

A família viveu junta o luto pela perda de Noah. Se tivesse completado o tempo da gestação, ele teria nascido no mês passado, no dia 13 de janeiro. Mesmo com o pouco tempo de vida, porém, Jessica acredita que a vida de Noah não foi em vão – tinha um sentido e um propósito.

“Noah me mostrou quão ‘humanos’ esses pequeninos realmente são”, ela conclui.“Quando você olha para ele e vê quão perfeitamente humano ele era, como alguém pode dizer que o aborto é uma boa decisão? Está na hora de remover o véu e abrir as cortinas, a fim de que as pessoas sejam capazes de enxergar a humanidade do nascituro e como o aborto realmente destrói uma vida humana.”

Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/mae-que-perdeu-bebe-com-13-semanas-se-impressiona-com-humanidade-do-nascituro

“Onde há vida, há esperança”

Segundo o ACI Digital (04/02/2019), o Papa Francisco voltou a se posicionar contra o aborto no último sábado, 2 de fevereiro de 2019, e assegurou que “apagar voluntariamente a vida no seu desabrochar é, em todos os casos, uma traição à nossa vocação, além do pacto que liga reciprocamente as gerações, pacto que permite olhar adiante com esperança.

Durante uma audiência no Vaticano com o Movimento pela Vida, o Santo Padre enfatizou que “onde há vida, há esperança. Mas se a própria vida é violada quando surge, o que resta já não é o recebimento agradecido e maravilhado do presente, mas um cálculo frio do que temos e do que podemos dispor”.

No entanto, afirmou que “aqueles concebidos são filhos de toda a sociedade, e seu assassinato em grande número, com a aprovação dos Estados, constitui um grave problema que prejudica na base a construção da justiça, comprometendo a solução adequada de qualquer outra questão humana e social”.

Então, também a vida é reduzida a um bem de consumo, para usar e jogar fora, para nós e para os outros. Quão dramática é essa visão, infelizmente difundida e enraizada, também apresentada como um direito humano, e quanto sofrimento isso causa aos mais débeis de nossos irmãos!

O Papa recordou que “cuidar da vida exige que se faça isso durante toda a vida e até o fim. Também, exige-se que se coloque toda a atenção às condições de vida. A saúde, a educação, as oportunidades de trabalho, e assim por diante; por fim, tudo o que permite a uma pessoa viver de modo digno”.

Estas afirmações do Papa foram feitas na véspera da celebração do Dia da Vida, na Itália, uma “oportunidade de dirigir um chamado a todos os políticos, para que, independente das convicções de fé de cada um, coloquem como prioridade do bem comum a defesa da vida dos que estão para nascer e fazer parte da sociedade, à qual devem trazer novidade, futuro e esperança”.

Francisco concluiu seu discurso pedindo que o Dia da Vida, que foi comemorado no domingo, 3 de fevereiro, “traga um sopro de ar fresco, permita que todos reflitam e se envolvam generosamente, começando com as famílias e pessoas que têm papéis de responsabilidade a serviço da vida”.

Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/papa-sobre-aborto-e-um-assassinato-que-nao-se-pode-apresentar-como-direito-humano-60680